Boletim Foto Cine Clube

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J1,~,,~. (J111(e;,,.1,eIJa111lel11a11te

S. PAULO - BRASIL

SETE IMBRO - 1946

BOLETIM
N.º 5

As flores nas naturezas mortas
FILM_FACK - B. AIRES

pocsuem. O operador deve pofs uir, nêste caso, nã o só um bom gosto inato, mas também deve sa b er dominar amplament e, as regras básicas da com_ po , i~ão.

Realizando _se, nc, próxi11io ,,nês de oi:tubro, o concurso interno sob o têma "FLORES E FRUTAS", oportunc, se torna transcrever ~ artigc, seguinte, do avanraclo co,,nentador qu e nas páginas do CORREO FOTOGRAF I CO SUD _ AMERICANO se oculta sob o pseudoni-_ mo de "FILM _P ACK".
As flores ,ão um elemento precioso para a com_ po sição de um quadro fotográfico; entretanto, carecendo o fotógrafo do Tecurso das côu·es, a apresentação de tal e.Jemento, de maneira a cons _ tituir uma obTa artistica, é um trabalho que mui_ to pouros conseguem Tealizar com êxito. Elemen _ tos privilegiados que são da natureza, parete que reclanrnm tmnbém espírito~ privilegiados ca _ pazes de inteTpretá _los através da fotografia.

Na Ha turez'.l morta, que é um dos géneros mais dific-eis da fotográfia artística, a composição é tudo e trabalhando _se com flores, cujas Aon,..as e as de seus pecíolos são gera lmente ou ca_gricho_ sas ou muito simples, a n,-.cessidade - de comp ôr
crrn, ainda ma is se multiplica. O maior esfo r ço
c1 o operador que aborda ê~se têma está precis a_ mente no arranjo harmônico do el emento p rin_ ripai.
Poi' outro lado a fotogr:'tfia de flo res exige uma correta tradução de tons . A d elica deza das petalas ,-rec~ama. uma t r adu1;ão em -tonali da de~ cinz:is capazes de a expressarem com fi delida de.
(Continúa na pag . 5)

:f:sse privilégio se faz particularmente evidente, qu311do se trata de compôr uma natureza morta, tendo como base as flOl'es. Nêste caso, elas ,ão o motivo básico do quadro e, corno ta l, absorvem todo o interêsse do observador.
A tarefa do artista toma _se porisso mais dificil, <;uando se aborda êsse têm,a ou fe atinge ao bom ou ao m.áo, sem esca las intermédias compe ·n _ sadoras.
Outra é, certamente, a questão, quando as fio _ res sºão apenas um complemento d o quadro, como, p. ex., no caso de nm retrato juvenil. O assunto, a pessôa retratada, dá o motivo básico e as flo _ Tes então, apenas acrescentam a decoração. Tam _ bém nêstes casos, as flores devem ser bem tra _ duzidas, mas não ha dúvida que o compromis 3o do fotógrafo é então menor.
As naturezas mortas, tendo as flores como ele _ mentos básicos e principais, cream dois probl e_ mas : em primeiro lugl).r, o da composição e a se_ guir uma corréta tra dução, na gama de tons bi-an_ eos e pretos, das côre s respectivas.
Aind:1 que, observando _se um conjunto de flo _ res, aparentemente elas, por si só, fizeram tudo, Lão ha eomo empenhar _se em dispo _las no quadro, 1mm compreender_sc como é difícil distribuir de fórma a oferecerem a delicadeza e beleza que

"Tulipas "

Dom Chiesa , P. S. A.

-2-

Foto- CineClube A Nota do Mês

Bandeirante
·
Laboratóno e câmara e'cur:1 para aprendizagem e aperfci~oa mento.
·
Sala le leitura e Biblioteca es_ peciaC,rnda.

.Excursões e concurfos mtJJSJ is entre os sócios.
·
Participação nos salões e concursos nacionais e extrn ng eiros.

Int er câmb io eofütante com as sociedades congê n cres do país e do exterior.
·
DEPARTAMENTOS: Fotográfico Cincmatográffro Secção Feminina
·

Joia de admissão ...... Mensalidade Anuidade
·

Cr$ . 50,00
20,00 200,00

Os sócios do interior e outros Estados e da secção feminina gosnm do desconto de 50 % .
·

*

ª"·º De

!)ara ano, aumenta a concot·rênda

Pstrallgeh-.1

ao nosso salão dl' at·te fotogt·áfica e o número eh' paiscs

nêle representados.

Imlice evidente de que o nosso cct·tanw, pelas qualida-

des de que se revestiu, 1>elo esmero de sua organização e

J}Plo acerto com que se tem havido suas comissões de SI'·

leção, vem repercutindo de 1na)!cú-a a mais lisongeira no!'

J>rindpais eentros fotográficos do mundo.

C01n a progt·essiva normalização das vias de tran s por-

te, com a reorganização da vida e dm; atividades culturais

e artísticas u,os paises mais diretamente afetados pela imen-

sa tragédia da guerra - Paris, f'openbague e Amster-

drun já estão anunciando para êste ano os seus renomado!<

salões de arte fotográfica -, tínhamos a esperança de quP

em tre, ·c nos seria dado conhecer trabalhos de afamado,-.

autores que ))Or aquêles motivos est.avmn de lia tem1)4)~

afastados dos salões internacionais ·

Pois, majs cedo <lo que esperanunos, i~to nos set·á poi,.sivel.

,Já para o nosso pt·óximo V SALÃO IX'l'ERXACCOXAI, l>E ARTE FOTOGRÁFICA, a se realizar no mês de dezembro vindouro, recebemos inumeras iv,scrições da Holanda, Dinamarca, Portugal, Australia, Cuba, paises que })ela 1;rimeira Yez se encontrarão re))resentados no nos so certame, ao lado dos nossos c·olaboradores desde os primeiros tempos, como os fóto-clubcs <la At·gentina, Uruguái, Chile, E5ta<los-Unidos, Inglaterra, Canadá, etc.

Por isso mesmo, maior set·á a resJ)onsabilidade dos al'tistas J)atricios. Entre tantos 1>aises e tit0 rel'pmados , artistas, 6 necessário que o Bt·asil esteja condignamente representado, fazendo jus ás cncomiasticas refer ê ncias que a artt· fotográfica tem conquistado no estraP,g-eiro, graças ás selecionadas representações que o F. C. Bandeirante tem <'ll· vindo aos J>rincipais salÕes que nele se realizam e que têm sido, sem dúvida, uma das maiores ,.razões do alto apreço em que é tido o nosso salão, e ao 111es1no tempo u1ua das rnai-. eficazes pro1mgandas de S. Paulo e do Brasil.

Apelamos, portanto, não apenas para os nossos consócios, mas para todos os afeiçoados de S. Paulo e do Brasil, afim de que não deixen1 de nos enviar seus melhores trabalhos pois só assint teremos, tambe1n em nosso salão, uma demonstração do alto nivel artistico alcançado pela fotografia em nossa terra.

*
O FOTO·CINE CLUBE BANDEIRANTE responderá, com prazer, pelos seus Departamento, qualquer consulta que lhe fôr dirigida, não só quanto a mfl.térla. concernente às suas atividades , como tambem sôbre a. prâtica. da. fotografia e cinematografia. amadorlsta, recebendo, sem compromisso, colaboração para. o seu BOLET1M..
CorrCSJtondência par:,. a séde social, dirigida a FOTO-CIN :s CLUBE BANDEIRANTE - Rua S. Bento, 357, 1.0 andar, S. PAULO - BRASIL .
A séde social, outrossim, acolherá sempre, pr~2eirosa.mente , a visita de todo e qualquer aficionado da arte de Da.guérre.

R. S. BENTO, 357 - 1.0 AND.

S. PAULO - BRASIL

*

-3-
A fotografia na prática ACHILLE BOLOGNA

Comentador e critico dos mais acata.dos, Achille Bologna é tambcm um

dos mais renomados artistas fotográficos de velho continente, onde tem

desenvolvido grande atividade na difusã ·o e aperfeiçoamento

da nossa

arte.

E' de sua autoria o artigo que em série o BOLETIM passa.: a. branscrever,

orientando e aconselhando de forma prática. e concisa, a todos quantos

se dedi-cam .í1. fotografia, mormente os principiantes , que nêle muito

terão a aprender.

A totografia, escola de arte e de bom gosto, está hoje largamente difundida, Destinam-se portanto, estas notas, essencialment~ prâticas, a todos quantos, dedicando-se com amor, estudo e constanciru á fotografia, nela procuram e encontram o modo mn is eficaz para expandir seu temperamento artistico.
A imagem fotagráfica v.m como base duas operações fundamentais: a creação do negativo e .a. tran.:.:.·t formação dêste em imagem posHiva. Fator primário do negativo, é a luz qu e :.mprim e na ge atina. sensivel a "imagem laten te" qu e aparecerá, em seguicl9., media nt e a ação de ag,eutes quim.icos apropriados.
Para Nco her e fixar a luz, servimo-nos do apare lho fotográfico e aqui começam os problemas que a fligem os principiante s.
A ESCOLHA DO APARELHO Antes d21 inic ia r a atividade proprlam : nte R! tistica. o fotógrafo de V'e á ter o máximo cuidado na es colha do apa re ·ho. A idéia de um aparelho de cus to ,·eduzido, ccc nõmico , deve ser desde logo abandonada. Si é ver dade que ás vezes , em condições favo1ave :s, tambem com tais aparelhos um fotógrafo experiente pod erá obter bon s· resultados, é tan1bem verdade que para o a rtista , se torna necessário um aparelho aperfeiçoado que possa ser usado nas condições de tempo , de luz e de lugar as jnais adversas e qu ? }he permita J rabalhar de acôrdo com as exigências, de seu temperrtm-ento a1tistico. Não queremo s com isto afirmar , como muitos erro neamente: acred tam, que basta pos suir-se um aparelho bom, para se ob'terem bôas fotografias. Não! Os bon s 1 esult ados dependem exclusivamente da habi idade pessoa\ do fotógrafo. Porisso, os apare'hos mais aperfeiçc,ados sómente darão boas fotografias em mãos expe_ rientes e habeis. Isto po sto, vêm naturalm ente as p erg untas: Qual o melhor apare 1 ho? E' bastant '! possuir-se uma unica máquina? D!remos logo que se encontram em caminho
"Ele" ainda não acredita ...

er rado aqueles que , seguindo o conselho de amigos ou

n cgc,ciant-es , mais ou menos competentes ,ench·~m sua

casa de ·todo o tipo de máquinas e objetivas , tendo

cerno resultado final que, entre tantas, a,cabam não

sabe ndo usar nenhuma.

Ao contrario, cun..,,em fixar a escolha num bom apa-

r elho , que corresponda. ãs exig ê ncias artisticas do fo-

tógrafo, estudando depoi s, nos :ni.inimos detalhes , o seu

func ionamento.

""

Na épooa em que vive-mos, não é o caso de se falai

, m apa.elhos p %a dos e inccmodos. O fotógr~o deve

exigir que seu aparelho seja r-um instrumento ...empre

pronto a colher as cenas mais interessantes e pitores -

cas que pode _ descobrir nas ruas , no campo, ~m viai-

g: m ou em sua. propria casa.

Para tanto, o aparelho <leve ,ser pequ eno , leve, fac::mente manejavel e que possa ser continuamente levado con sigo , munido d,;, ótica luminosa e material negativo rapido.

A tendência odierna da fotografia se orienta no
,~ ntido de ser a expressão palpitante da vida que se
vive hoje , rapida, laboriosa, twnultuosa. Como nas outras cousas da vida, tambem no camJ)O da fotografia art ística deve-se andar de acôrdo com o tempo; quem v.ve do passado, quem estaciona; é envolvido e está c!.3tinado a. morrer.

Oonfo -rmando-se com as extg'ências do momento. ·a
industria dos aparelhos se orientou na const i'Uçáo da, maqulnas de pequeno formato. Alguns, não sem certa razão, sustentam que a atual fac! idade de se ex;cu< · tarem tapidamente, numerosos instantaneos, concorre em
det 1imento da propria. essência da fotografia drtistica
que exige, ao envez, estudo e ponderação na escolha e na enquadração do assunto .
Mas , se as cenas da vida qu 2- devemos !'etratar .rão rápidas , se o instantaneo, veloz, não vo:ta mais , devemos concluir que as máquinas de pequeno formato ,
com seus aperfeiçoamentos, são para .isso as mais ad~quadas. A percepção rnpida do assunto, primeiro atra vez do olho experiente do art ista e depois, por uma rigorosa seleção dos numerosoo negativos, poderá conduzir á rea..ização de fotografias excepcionais que , antigamente, sem êsses a,parelhos, em vão poderiamas es-
perar. Sabendo-se depois que existem no comerc io mate-
rial negativo de grão finissimo , estudado e realizado para se obterem grandes ampliações, certamente não se poderá excluir o pequeno formato do campo da fo -
tografia artist ca. Pod ·erá surgir a duvida de que o pequeno formato é questão de moda. Mas o fato de quasi todo s os artist e. da objetiva estarem sempre
munidos dês.ses aparelhos, colhendo com êles ótimos esultados, confirma a sua ut!.idade tambem para final:dade,s puramente artísticas.
E agora que nos estendemos em falar das vantagens que os pequenos formatos of~recem, somos entretanto os primeiros a estar convencidos e a afirmar ,ue êstes não são ainda. os a.parelhos Jdeals, senão teorlcamente, ou na opinião dos cata.ogos das r espectivas
labricas. Quando, para a execução de uma fotografia artistl -
ca, o fotógrafo necessita de um estudo mals acurado e profundo da enquadração , da focalização e profund'.dade de campo, das luzes e sombras, (tão necessarios
'>Or exemplo, nas comJ)Oslções em estudio ou ao a, ·1vre, nas naturezas mortas, nos retraitos, nas fotografias de carater publlcitarlo), um segundo aparelllo de ·ormato médio, com objetiva de maior distancia focal,
não .será apenas utll, mas lndJspensaveI. No próximo numero: "O material senslvel e o
tempo de pose" _

-4

E. S:1lvatore, surgiu desta vez com um conjunto
Nosscoosncursinotsernosmais fraco do que d,e costume, no qual sobresai, entretanto, uma sugestiva cabeça de negrinho - "E o
urso che,gou ... " - retratando de maneira feliz a. .8.Jt~nção do leitor de hiatôrias fantásticas.

Todos quantos vêm acompanhando os concursos in-

Th Farkas, com altos e baixos, sa:1.enta-se con-

ternos promovidos pelo Depart amento Fotográfico do tudo quando permanece dentr'O de s,eu estilo caracte-

Clube, são acordes em salientar os beneficias que tra- - rístico. como por exemplo -em "Alta. tensão"!

zem não apenas aos concorrentes que, mediante os pareceres da comissão julgadora, poderão melhor aprimo rar as qualidades, como a todos os dema's ob,~rvadores, pois nada mais eficiente para a. aprendizagem àa fo-
tografia do qu:-- a análise e observação dos bons traba-
lhos. E .estes, a cada concurso, vão aparecendo em ~naior
número, prova. de qu e vem se elevando, cada vez 1nais, o nivel artístico dos nossos amadores.

- Dentre os 11J'uníors", continuam se destacando Gaspar Gal!parian e Roberto Yoshlda, que nessa mar-
cha, por certo. estar ·ão no. próximo 1ano entre os "Se-
n :ors". "El Místi" e "Inca" do primeiro merecem refe-
rências especiais e Yosn1cta confinua- insupe~ ave , entre nós, quando aborda as ,composições com figu1 a.s inanimadas (tabletop), ás quais sabe emprestar alma e sent:mento. "Vento indiscréto" é um trabalho de grande

Por 1 isso mesmo, vem sendo cada vez maior o interênse que êsses concursos tem despertado, .atraindo mesmo á séd-e social grande número de visitantes.

originalidade, apenas prejudicado pelo -traba ho de 1aborató1·io que não foi feliz. Deve ser' repetld:> com mais cuidado. "Mimosa", -e:m compensação, além de
grande del icadeza na composição, foi primorosamente

Não fugiu á regra o concurso de julho último, sob executado.

"te"1a r;_vre". Nada menos de 70 trabafüos foram ins-

Dagoberto de A'.melda e Plinio Mendes, qu~ já nos

crltos, dentre as varias categorias -em que se dividm

têm dado muito bons trabalhos, desta vez mais fracos .

os conO")r·rentes.

Esperamos vê-los novamente, nos próximos concursos,

Ni_o é nossa inten~ ,o fazer, nesta breve crônica, a -cri:t'.1~ae ·análise de cada um, mas , apenas dar a, nossa
impressão sôbr,e o que revelam em relação aos respectivos autores.

Assim é que temos a assinalar, entre os "Seniors ",

o reaparecimento de José V. E. Yalentl que desde o

p1·lncipio do ano não participava 'Cios nossos concursos

internos e que fez agora uma ruidosa "reentrée", oom

um excelente conjunto <ie fotografias, dentre as quais,

algumas verdadeiras uobras de sa áo". Dentre elas, des-

taca-se "Maromba", quadro de ,grande beleza e força

de expressão , onde não sabemos o que mais admirar,

se a feliz composição e apanhado do assunto ou sua

real ·zação.

-

na linha ascencional que vinham apresentando.
- De-ntre os Hnovissimos", devemos ass:n'alar o ac-entuado progresso que de mês para m..ês vêm apresentando Fernando Palmerio e Antonio S. Victor. São êstes um bom exemplo do que falámos á principio, àe quanto podeTáo aproveitar os sócios que eom assiduidade frequentarem as atividad~s sociais. Ambus são verdadeiras "crias de casa", que já no próximo ano, deverão estar e-ntre os "Juniors". "Limpeza", do primeiro, e "Luz.es da manhã", do segundo, são obras que poderiam s.er assinadas por quaisquer dos nossos "Seniors" e que ganharão maior realce si forem mais ampliadas.
Fizeram sua estréia, nesta categoria ,e nos concursos inte nos do e ube. Cassio Maciel, João de Aquino

A. Nuti é outro concorrente que vem u'timarnente

rilhando dentre os "bandeirantes".

"Par ale as sem

diagonais" (porque êste titulo Inexpressivo, sem razão

C;astro e Wrerner · Haberkorn qu~ já revelam bôas qualidades" principalm-ente o prime:ro, que si for a.ssi<luo será sem ciuvida um forte concorrent~ na e·asse.

de ser?) é um bo,m trabalho, composição simpl. s e expressiva, mu .to embora nos pareça um tanto forçaào o corte,. diminuindo a profundidade e perspectiva que as linhas prateadas dos trilhos da est:ada :!e ferro
deveriam apresentar. "Na oficina" é outro seu trabalho que poder:a impressionar melhor, num out :·o papel
que desse maior transparência ás luzes e sombras.

Estanis au S'zankowski desta VZ não foi feliz, ,e Luiz Vaccari , que tambem v .m se esforçando bastante, nos apresenta um retrato que, para sua cla:5se, não de:xa de -estar bem realizado, resentindo-se apenas de uma deficiente distribuição de luzes.
COMPUR

De volta de sua Yiagem aos Estados Unidos e Europa, encontra_se de novo entre nós o sr. Jan Jurre Roos, Diretor do De,partamento Cinernato _ gráfico do Clube e um grande entusiasta da cine_ rnatografia amaclorista.
J. J. Roos, nos Estado s Unidos, aproveitou a sua estada para entrar em coutáto com as agremia_ ções congêneres, e, na Holanda, além de rewr seus rarentes e amigos, deu os primeiros passos para um intercâmbio do s foto_amaclores locais com o nosso Clube.
-!/-
Consta_nos que, em bre,·e, aparécerá nesta Ca_ pital uma revista especializada cm fotografía e

rinematografía, com o título, aliás muito suges_ tivo, de RIS.
Os seus icleaclores estão interessados em mau_ ter estreita colabora~ão co1n o Foto_Cine Clube Bandeirante, segundo nos adiantaram.
Que a idéia se converta em realidade, são nos_ sos sinceros voto~, pois j.á vem tarde ...
-//-
Com o falecimento, em i'í de junho último, de Stm·eysant Peabocly, cujos trabalhos pôde_se admirar nos nossos dois últimos salões, perdeu a fotografia norte_americnna um dos seus mais destacados expoentes.
Registranclo o fato, o "Jornal da, P. S. A." ele_ dicou expn1ssivas referêncü1s ao e~tinto.

"Um salão sem critica e sem cl'iticos é uma lu'.[; que não ilmnina." ALEJAN,DRO C. Dei CONTJ~

-5-
Excursão a Souzas
Conv-dado p,elo Clu be Campineiro de Regatas. e Na tação, o Foto-Cine Clube Bandeirante empreendeu no dia 21 de ju'ho Ul~imo, uma excursão à aprazivel 'séde nãuti.ca da qu êl,e grêmio, .situada em Souzas, arr-edo res de Campina ·s, de onde -deveriam partir num arrojado raid-e fluvial, alguns de s,eus sór.:ios. '
A comitiva dê nooso Olup.e seguiu para Campinas ::m. um ônibus esp,eicia 1 , decor r endo a viagem agradav ,el e rápida, naquela atmosferia de cordialidade e d.e ale ·gria que é o ca r acte ..istico d,e todas as no,ssas excuP · sõc,s. A entrada da estrada que liga Campinas a Sou zas, _'?~sper,ava-no-s o nosso sócio correspondente naque 1~ cida de, sir·. Clodomirio Ferreira J unior, que foi um c ..c.erone -amavel e prestativo, nada deixando faltar aos X·cursionistas.
Na sêcte náutica do Cafilpineiro de Regatas e Natação, ,seus diretores e assnciado,s d:esdobraram-se Jogo m genti· ,ezas para com os nossos companheiros, pro-
;0ar~~~n~~-~·uºami1pa:,.sseesio, nos barcos do Clube, pe -

(Campinas)

à tarde, realizou - s,e a solenidade ,de entr~ga do-s prêmio.s aos vencedores do recernt:.} ,concurso fotográ fico promovido pe:a agremiação campineira, a qual foi presid ida pelo Cap.. Sílvio de MagaJ.hã-,s Padilha, Diretor do Deparita-miento de Es,p-ortes do E3,tado . Nosso v:ce-p,resid ·ente, sr. J a,sé V. E. Y,alenti e os outrns lau rzados receberam das mãos daquê1e esportista as bonitas meda lhas que lhes couberam.
Em seguida, deu-se, sob -a presidência ainda do Cap. Padilha, a partida do ra ide, deirnnte à casa de barco5 do Clube. A e,ssa h ora a sédc do Regatas esta va replet-a de 1exmas. famiUa ,s de seus asso.ciad.os e convidados, inclus ive ia nossa. ,comitiva., decorrendo a .sc1enidade sob um aspéto tocant?-, pois a ninguem escapava o quanto de perigoso of eriec!a- o empr-é-endi m1.:nto. A iás, o raide, segundo, noticias que posteriormente os no1&Sosjornais pubUcaram: alcançou um êx ito acim a1 das melhores esp.ecta.tivas, po:s os seus re-alizadores atingiram, atr ·a vés dos rios Atibaia, Tieté ,e Faraná, o vislnho Estado de Mato Grosso .
Cerca das 17 hor ias a nossa comltiva regrês ~ou a Capita l, sati;;feita por, mais uma. . vez, lhe t.er sido
proporcionada uma excursão magnifica .

.As flores nas naturezas morta .s

(Conclusãc, da pag . l)
Para vencer este problema, deve _se dominar ·duas (ousas: o rendimento cromatico do material [en _ sível empregado e uma iluminação apropriada que além de acentuar a gama de valores tonais Bm escala proporcional dá também ás flores o mo _ rlelado e relevo indispensáveis.

O material sensível deve , ser empregado, ern uda caso, de acordo com a côr das flores e o
grau de iluminação em que Eü deseja ve _las tra _
duzido; a iluminação deverá ter sempre urna fon_ te básica, para iluminação geral, e um "spot" para acentuar e dar ás mesmas o necessário Telêvo.

'A produ ção de um n eg at ivo t éc ni cam ente pe l'fe i to é mna c1enci a ; a produ ção ele um a obl'a pictori ca por meio da fotografi a é um a al't,e." - HURTER Y DR IFF IELD

-6-

V SalãoInternacionadle PíLULAS OIANíDRICAS

ArteFotográficdaeS"Paulo EVOLUÇAO - E sabido que o homem ev-o·ui com .a idade e tambem em suas atividades, acompanha - o êst~ fenomeno. Exemplo disso é o que vem sucedendo e,qm

o Farkinha ,s, nos s·-·tores e ne-foto.gráficos. Da. "ado -

lescência" no cinema, repre.sentaà.a pelos tr.abalhos em

Pro,sE1.e·gue1n adiantados ,os trabalhos pi-·epa::.·.itórios

16 mm. do qua.1 era adepto fervoroso, passou á "maio-
rida-de", ft!mando em s. José do Rio Pardo, para o

para a reaLzação, em de7,embro próximo vindouro, na '·Galeria Pr ,estes Maia", do V SALAO INTERNAJC[ONAL DIE ARTE FOTOGRAFIOA' DE S. PAULO, o já trM!i-

D. E. I., em 35 l11Jll., ,as festas E'Uo idianas. Tamb<.m no setor fotográfico, o T'homaz se,mpre batalho1.1 entus~asticamente pela "minia,tura" e benzia-se oas máquinas 6xi9, 6x6, ou outr-o qua}quer taro.anho maior <..o

clonal certame ,q,u.,2- v.eio co~.ocar a nossa, cidade empa-

que 3,5 mm. Pois ag,ora registramos, com :3ur,pr,s-a, a

relhada c.om os mais adiantado,s centros munct:ais, graças à iniciativa do FOTO-CINEl C[.UBE: BANDEIRAN-

··maioridade" do autor da .céiebre\ obra "costela de minhoca", ,com o inicio de suas 1a1t'ivid.àde:sno tamanho
Gx6, graças a uma ."eC-ntissima Rolleiflex do caríssimo

TE, que não, tem poupado esforço& para ombreá-lo com

esto,que do Sr. D~sidéTio ...

os, mais famosos Salões ,estrangeiros. E de que êsse dEsiderato já foi a·cançado, prova-o
o fato de, cada , ano que se pa ,s.sa, elev1:1r-s2 continua-

PESCARIA - Adiantamo" aos nossos colegas que são tambem amantes da , ,pescaria, que nos .:agos do Alto da Serra, os peixes que ali habitam :estão bastan-

mr>1tel""-Onúm.ero de paises quer r'iele se fazem represen-

_ªº tar. ~ 1946,

;ado da Ing aterra, dos Estados Uni-

dos, da Argentina, do 1'sruguái, Chile, México e Canadá,

que _;---á.se tornar 1am "habitues" do Salão Paulista, atra-

te alimentados por um largo p,eiríodo, graças ás qualidades "anzolíst.icas" do Dino e seus "J'ebentos". Pois foi o caso que, ha d-as, o nosso ea ·ro diretor -social. decidiu perder o Jogo do São Paulo (imaginem que sacrificios não faz um pai para satis 1fazer o,s d·esejos

vés de traba,!hos dos s;-us mais famosos fotógr ·afos, estamos recebendo ou d·evemos :rrz,ceber, pela primeira vez,

dos filhos), para acompanhar seus garotos, levando um completo artsenal de pes,ca.: 321 ,caniço5, 6 la,tinhas dos mais variados tipos de anzois; 4 estojos de iscas

inscr!çôes e fotografías de .concoirrentes de Cuba, Por-

artificiais; outras tantas latas de is·cas1 ct,e, milho cozido,

tugal, Dinamarca, Ho~anda, Suécia e Austrália. Para ê.sse resultado, por oerto, ·muite contribui o
fato de m·antermos irutenso inte1.tcâmbio co,m as assccia-

minhocas, .etc., redes, itarrafas, bota'S altas d-e bo,rracha, etc .. etc. é, a tiracolo, "' inseparawl Super-Ikonta para os mais sensa,cionais flagrantes. Finalmente, ,após 8
horas de continua e eficient:e ,alimentação dos habi -

ÇÕ-S congêneres do exterior. Em 1945, por exemplo, o Clube ,enviou 718 fotografias aos Sa~ões realizados en1 Pittsburgh, Rac·hester, Londres, Montevidéo,' Tres Arroyos ,

tantes ,de um dos ,lagos mais piscosos, tiveram os ,componentes da momento,sa. "expedição" o prazer de ser-e-m
present$-ados eom um microscópico fi 'bote de Jambary
que um "glbi" da redondt>za, cond.oido da "má sorte" das

Salta, Concordia e Buenos Aires, bem ,cnmo aos na-ei.onais da F um:nense ~ Brasile ,iro. Nesses certames, foram

colegas, resolveu ofertar -lhes.

CIANIDRO

,_,,. aceitas 366 foto,s de amadores paulístas, cifra que

bem representa a impressão causada aos membros dos juris.

MOSTRA NUTI -LIGÉR

Foct_erão, concorrer .ao V Salão fotóg1 af ias amador,;:s e

Os nossos consócios Angelo F. Nuti e Carlos

profi~·sionals, com ,trabalhos de qualquer tema -e pro-

.l,igéT, convidados pela União Cultural BrasiL

e,esso de laboratóri.J, com exc·eção de fotogr1afias co~o- Estados Unidos, exporão, a partir da segunda

ridas à mão, sendo limitada a 10 trabalhos a participa-

quinzena deste mês, nos salões daquela entidade,

ção, dos concorrentes do Brasil.

uma coleção de alguns dos seus melhores traba_

Aos residentes no Int·eriol" do Estado ou em outros

lhos fotográficos .

Estadas do Pais, é dispensad .o o bolet'm de inscrição,

Inicia_s-e, assim, nesta Capital, uma moda_

sendo suficiente a remes~a. ae uma. relação contendo

]idade de exposições" de arte fotográfica muito

o, títu·o das fotografias, nconie e encle::rêço, do autor, em vóga nos mais adiantados ce11tros cultu_

bem como a importância de Cr$ 10,00 pa:ra cada foto rai5 e artísticos e que, entre outros, tem o mérito

enviada. As ampliações deverão ter o minimo de 24x30 ele revelar melhor a personalidade dos autores.

e o tamanho máximo d-9- 40x40, sem montiagem. quan-

do se tratar de concorrente de fora desta capital.

As inscrições e :l'ecebimentos do..s trabalhos -encerrar-·,:,e-ão, impreterive-ment,e, NO DIA 30 DE SE,TEMBRO CORRENTE, com tolerância máxim,a de oito dias para cs concorrentes residentes fora de São Pa 1ulo, desd,e que a.té aquela data. eomun1quem o, respectivo tnvío.
Aos ,conc.orrent,es residentes em São Paulo,, será for~ n::cido um recibo; n1ediante o qual lhes ser·ão devolvidos os tr:aba 11hos, uma vez encerrado o Salão. Aos demais, ia deyolução será f,eita pelo correio.
A cada ,concorrente 1jS9:r,á .comunicado o re-su'tado alcançado por sua contribuição e enviado um catãlogo do Salão.
As casas especia 1 iz·adas da. Capital estão fornecendo ,aos int,eressados os boJetins de inscrição ei a Siecretaria do Clube, à - Rua .São Bento 357, 1.o andar, atentierá com o maior pl'azer às consultas que lhe forem endereçadas.

PEDEM -NOS FOTOGRAFIAS
Diversas revistas especializadas estrangeiras, como "Popular Photography", "Minicam Phóto _ graphy", "Highlights of Photographic Art" e "Coronet", dos Estados Unidos, "Correo Foto _ gráfico Sudamericano", de Buenos Aires, "Foto",
da Suécia e "Camera", da Suissa, tem _nos pedi_
do fotográfias artísticas, para reproduzirem em suas páginas.
Convidamos, pois, os consócios que deseja _ rem, dessa maneira, contribuir para , a divulga _ ~ão da arte fotográfica brasileü-a no e,xterior, a e,ntrega.r na séde social, ao cuidado do consócio er. Thornas_ J. Farkas, cópias, em papel brilhan _ te, do formato 18 x 24, com os respeetivos tL tnlos e nomes do autor no verrn.

~aboratório

-7-
Instantaneo que é um símbolo

A liocarbamida, tambem conhecida como sulfuoréa, quando misturada num ~,cido ou no hiposulfito de sódio atua como dissofvente da prn ,ta reduzida e pód·e, por~ tanto, ser usada como redutor para negativos muito reve:lados ou velados.
--(o)--

Em ger ·a\ dá-se mais importancia. á lavagen1 do que á fixação; -entretanto, enquanto o ma.teria! lle.m rixado com banho novo fica perfeitamente lavado em poucos minutos, um.a Iava,gem de algum.as horas não conseguil á eliminar totalmente os resíduos inso~uve :s
que deixa uma má fixaçã..o.

--(o)--
O hiposulfito que adere á superfície de rum negativo mal lavado, com o tempo formará cristais de cor amarela.da, os quais poderã ,o ser eliminados submete_ndo·.s,e o negativo assim afetado a 'llm i novo banho d·~ h'lp,o,sulfito novo ,e-, em seguida, a umru cuida,dosa lavagem em agua e-orrent-e.

Afetografiano interiordoEstado

No ultimo numero de nosso Boletim, registramci ,s a

realização de uma exposição de arrte fotográfica, em

Mari!ia, promovida pelo foto-amador sr. Sebast.ião de

Carvalho Leme, encare-cend'O o quantb isso ·signH1cav~

de ausp'cioso p,ara a arte de Daguérre e fazendo votos

para que a- iniciativa ·Se repetisse em ontras cidades

do interior de São Paulo, tais como Campinas, Ribe ~rão

Preto, Piracicaba, Araraquara, Baurú, etc., que contam

com e·eva,do num~ro de aficionados, alguns dos quais

pertencentes ao quad ,r'O social deste Clube.

Pois ,ainda não esitava circu ,lando ·:s,ta pub'icação e

já dois jiornais nos traziam noticias das mais agrada v,eiis

nesse sentido: o "Correio do Val -~ do Paraiba", de Tau-

baté, e o "Jornal de Piracicaba.", da cidade do mesmo

nome, anunciando respectivamente, os ·pr'óximos pri-

meiros Sa ões de Arte Fotográfica do Vale do Paraíba e

de Piracicaba.
o pr'meiro não é mais do 1que uma consequência

do 1.0 Balão de Be1as Artes, que se está realizando em Taubat ,ê e cuja ·comissão organizador 1a, ante o êxito

1que o mesmo está alcanç .ando, res,olveu ,promover tam-

bem o i,o Salão de Arte Fotográfica do, Vale do Paraí-

ba, o certame deverá se realizar em dezembr ·o próximo.

Comentando a iniciativa. d'sse o "Co,rreio do Val·e do

Paraíba": - "Ao grande sucesso que obtêm os empre-

endim1entos ,c:u·turais nesta zona, junta-1sie, assim, mais

um que será, por· certo, o Salão de Arte Fotográfica.

Desta forma, rapidam=te, Vai óVale do Paraíba read-

qu;rindo o seu lugar perdido no panorama . cultural do

Estado e mesmo no pais. Houve tempo em que - -aqui

reinava a pasmacei1 ··a. Legitimas "cidades mortas", co-

mo disse Lobato. E agora, á medida qu~ o progresso

está voltando a ocupar o seu posto na região, os valo-res

culturais do VRle rto Paflaiba vão se revelando, ou me-

lhor, r'eaparecendo".

Quanto eo 1 ° Salão P'racicabano, já foi designada a

-.. Comissão Julgadora que está composta das seguintes

pef,s,oas: - professor Arquimedes Dutra, prof. Moa,cir

Dlnêz, prof. João Monteiro, prof, Otávio Prates e sr.

Fernando Ferraz de Arruda Pinto. Folgamos em re-

gistrar que entre os m.P.mbr·os dessa com!ssít>o figura o

adiantado foto-amador dr. Moa,cir Diniz. que por mais

de uma vez já concorreu ao nosso Salãio, com traba-

lhos que foram bastante apreciados.

,

A,o certRmf' nira,cici:ihAnn só poderão concorrer fo-

tógrafos am ,adores d,e Pira ,cicaba e munkipios limitro-..

fes, com qua'quer numero de trabalhos, em b"anco e

preto ou vir~i,-ens, dos tamanhos 18x24 até 3()x40-, mon-

tados em fundo branco ou crême e sé'm moldura. os

membros da comissão não nod ,erão concorr'er aos prê-

m;c-,s que f,or~m est .a.he'ACidos pAra os melhores tra-

"·,-hos, podendo, entretanto, a titulo de estimulo aos demais concorrent~s, apr 1esentar fotografias extra1-

concurso. O praz,o para a -entrega do,s trabalhos encer -

rar-se-á no dia 15 do corrent!, mês e a el<J)osição será

inauirurada no dia 21 do mesmo mês.

Fazemos votos sinceros para o êxito dos dois Salões.

Expressivo flagrante das a.tua.is atividades do nosso Clube: os consócios Cassio Maciel e Veni.zelos Dialeta-
chi em ação numa das ultimas excursõe~
Atividades da Fluminense
A Socied a de Flumin ense de Fotogr.:ífia, não obstante os seus poucos nnos de Yida, vem desenvolvendo um programa ele atividades dig. no de ser imitado por todas as associações con. gêneres do país.
AsE'im, a sua t'.:ltima circular. dá_nos conta aa r-ealização, no último domingo ele agôsto, ele nnrn excursão :'l, EE.co]a de Agronomia, na Estra. l:a Rio . S. Paulo, e o início de um curso de foto. gráfia, que ahrange desde resumo histórico des. ta arte até noções d,.e ótica e prática

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