Boletim Foto Cine Clube

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J1,,tc-(J;,,e(J1111ll,ae111le ira11te

S. PA ULO - BRASIL

OUTUBRO 1946-

BOL ET'I M
N.0 6

A SO LARI ZAÇÃO O que é e como executá~la

Aos frequentador es do nosso rnlilo não pas rn _ r:111 elesperccbidos nlguns trabalhos sunrnment c interessantes e oi-iginais que se caracterizav~rn pela quasi ausência de modelado, com os objetos ou figuras dem~rcados por um contorno negro que mais parecia desenhado f.f "crayon" do que prnpl'iámente fotogrnfia .
E não foi-am poucos os leigos que julgarnm tratm· _se de reprodu~ão de desenhos, admirnndo_ Sl' (~uando explir:ímos que se tratava de um pro _ ('0SEO puramente fotográfiro, denomin1do "So _ !:,;·ização ".
Poucos são, entre nós, os amadores que se têm nnimado a pratic-à _lo, muito embóra sua técnica Hão aprm:ente nada de difícil.
Dove_se obserrnr em primeiro lugar, que não é tudo e qualquer assunto que se, presta para sua execução .
É necessái-io qu e o assunto a ser fotografndo ofereça bons contrastes, além de haver uma nítida demarcação entre zonas de sombras e de luzes, geralmente objetos escuros contra fundos claros, como p . ex ., numa paisag2m, arvores sombrias 1·crfilando _se num céo límpido, · luminorn .
O material negativo a ser usnclo é o comurn, preferivelmente as emulsões pancromáticas, po _ (~cmlo ent retanto ser usado tarnl:ém o matei-ia! ortocromáti!co . Deve_se apenas ter cuidado em não sobre _expor, ele maneira a se obterem oposi_ ções de luz e sombra suficient~mente acentuadas. :8 preierivel mesmo, falta de exposição do que
CYCC ·SSO .
O mesmo printipio deve nortca r a revelação, rrndJ 1·eside todo o segredo da solarização. Não ,o póde cletcrnlimir com antecedência qual o tempo de . i-evclaçiío necessário, pois isso de_ pende de vários fntores, como p. ex., a maior cu menor enérgia do revelador usado. D. Cortt t"ibndo Ivo Mezzo, em artigo yrnhlieado no Cor _ reo Fotográfito 8udamericano, nos ensina um método prático e simples pan1 a execução de trn _ hH1hos pelo processo ela solarização .
Aconselha fazer uma experiência inicial, tendo por base, com Ulll rnvelador normal, ao meto!, o tf'mpo de 8 minutos. Decorrido esse tempo, in _ terrompe_se a revelação, lava _se a chapa, enxu _ g:mdo _a cuidadosameúte para que não fiquem gotns de a_gua aderidas á emulsão, e cm seguida w la _sc o negativo, expon d o_o cerca de 20 seg un _ (io3 ú lnz verme lha (no caso de mater ial pancro _

mático), a uma distancia de l metro e meio, mais u,1 menos, para uma hnt1pada de 40 watts.
Novamente no escnTo, do~c:1,ib iliza _so o 110ga_ Evo com pinacriptol verde, durante 3 minutos e, depois de lavado novamente cm agua co1,~,ni:.I;', subn1ete _se _o a un1a segunda reYelação n o n1c· 1110
1
I"evelador a metal, durante DJ.ais 2 a 5 mii?uto R. Feito isto, tennina _se a op e1';ç ão com a fix5i;fio t> lavagem habit11ais.
'remos assim pronto o negativo, no qual vere _ mos os objetos e cousas p erfeitament e çlclinea _ dos, com nm contorno claro que no positivo será o contorno negro que caractériza a fotográfi.a feita por solariza~ão. Quanto ú ampliação, nada
(Coniinúa na pá gina 5)

" BA , B E T E"

P. H. Oc!utan

Foto- CineClube Bandeirante

-2-
9-!%ta do

·

)f

Lahorntéi:·10 e câmara c;-cura pnr:1 :1prcndiz:1gc111 e nperfei~oa111t·n(o.

A a1·tl' fotog1·áfica tt·m sido 11uasi eomplet::mcntc 1·ada pelos uossos 11odcrcs públicos.

i~no-

Sala de IL·it11r:1e Dibliotcea cs_ p<'ri:1 lizada.
·
Exrt11".;Õcs e c·cn1run.-os n1cns:1L; C'lltrc ,ll sócios.
·
í'a rticipasão nos s:tlões e conc;ursos 1rncio11ais e cxtrangciros.

J<Jnquanto vemos no estrangeh-o l'lltidades t·omo a Royal Photographic Society, o Grêmio Português de Fotografia, t>tc., oficialmentc 1·econlwciclas e ampl';·aclas pt>lo Estado, enquanto nos Estados U'nidos, 1<1.·ança, Alemanha e outros paisl's, a fotog1·afia artistica é ob,jeto de cm·sos especiais. nilo apenas nas t>s<·olas de llelas Artes, ma,; até nos colegios univt>rsitários, sen(\o considerada parte integrante da cultura artistica do povo, entre nós, continu,t relegada 1wlas nossas altas autoridades a 11lano intdr,t· n1ente secundário .

Ainda ha pouco tern11>0, tivemos cola Nacional ele Belas Artes, entre elas "arks gráficas", que cm algunias base a fotografia, nrns quanto a esta. cionada!

rcgulamenta<la a Es cu,jos cursos consta o
modalidades tem por . . nen1 siquer é men·

lntereâ1ui>io (·0ns(antc com as s(wicdades eongi'·ncrcs elo país e <lo C',ter ior.
lH:I',\ 11'1'.\::lfl·!X'l'OS: !·'ot ogr,ifico ('inrmatogr:ífieo Nt·r·,iio Fcn1ini11a

Si no Brasil existe a arte fotográfica, de~·~·se umcamente aos esforços de alguns dedicados afriçoados e umas p011cas cutidacles, con10 a nossa que, enfrentando toda sorte de dificuldades para divulgá-la e dcsenYolve-la, contam a1ie 1u1s con1 seus 1nodicos recursos, e1~quanto se reconlwrc co· mo de "utilidade pública", (?) dotando-os l'Om gonlas subvenções, c,Jubes que e1n ultima análise, scl'\'em para rt>creio e passatem1po de alguns pmacos endinheirados.
FeliZll'!ente, e111 São Paulo, esse panorama 1·ntristece<1or é atenuado por alguns espiritos ele, ·ados como Prestcs )laia, Abrahão Ribeiro, Francisco Pati, autoridades quc na nwdidas de suas possibiliclacles têm p1·estigiado as iniciativas do Foto-Cine Clube Bav,defrante.

.T,frt ele :idn1i,são ...·...

irnsiilidaele

..........

.

.:nui<ladc (n·echid 1 so _

<'r$ :í0,00 ~0,00

E, temos ainda agora a registrar o gesto do 81·. B1·. Ho1101·io de Sylos, diretor elo D. E. I. que, no Jouvavt>l intuito dt> incentivar os foto·amaclo1,es nacionais e cada vc·z mais se aperfciçoarem, acaba de ofertar dois 1ic'os troféus p··t·a 1wemiar os melhores trabalhos dos autm·c-s do Bt·asiJ que forem adnútidos ao 1woxi1110 V SALÃO IN'fERXACIOXAL

lll('IIÍC nos lll('SCS ele .ͪ-

DE ARTI<J FOT0GRAFIC'A DE S. PAULO.

nciro a rnnrço eh) eacla

Sã.o gestos como êsses qnc nos confo1·tam c nos anima111

:1110) ..............

~ºº·ºº ·

a prosseguir na obr,t a que nos propnzt>ntos.

o

o~ sóeios <lo inlerior e ontros
E t :-,l os e da sC'rsão feminina gos:1m do desconto ele 30 % .
R S. BENTO, 357 - 1.0 AND. S. PAULO - BRASIL

O FOTO..CINE CLUBE BANDEIRANTE responderá, com prazer, pelos
, seus Departamentos 1 quaJquer consulta que lhe fôr dirigida, não só quan-
to a matéria concernente às suas atividades, como tambem sôbre a prá,.. tica. da fotografia. e cinematografia amadorista, recebendo, sem compromisso, eo!aboração para o seu BOLETIM.
Correspondência para a sédc social, dirigida a, FOTO-CINE CLUBE
BA1''DEIRANTE - Rua. S. Bento, :W7, 1. 0 andar, S. PAUW - BRASIL. A séde social, outrossim, acolherá.- sempre, prazeirosamente, a vi.
:sita de todo e qualquer aficionado da art.e de Daguérre.

*

na piátiea *

Acltille BOLOG;..'A

II

O :'lfATI.;~UAL SE1'8IVEL

Chapa ou film(': Eis outros dos proh1emns q11C' o fotógiafo desde lógo deve rpsol\'cr. i'\e no p:1s_ ~:ido fo1·nm dee:mtadas as ·rnntagens das chapas a (']as se d:mdo pr('fercneia, hoje em dia ('Onstn_ 1: rnos tais e tantos progressos na fabricação dos filmes, como n sensihilidnd(', rapidez, grão fino, etr., que não ousaremos sustentar a snpC'riorid :1de daqueles S()hre fstes.

f-iegundo pcn , arnos, é do tipo de aparelho qur ,e pretc ndc ura1·, que deve depenckr n deeisão.

Rcqui , ito e~0 ('ntial que o mntC'l'inl negativo, seja (']tapa ~ejn 1wlintla, de,·e t{'r para um res11ltado 1,:,·11i~a1neHt<'p('rfeito, é o "orto('}'onrntismo" isto (·, fac·uldadP dr - mediante o emprPgo de urn filtro am1relo na ohjetivn - traduzir em justa grnda~ão nn C'~('ala do hraneo ao prC'to, as ~ô1·ps :imarelo, \'cnk, azul e violeta.

A emuhão norrnal de bromurcto de prata, em_ quanto posrni nm:1 ~ensibilidndc· defiC'iC'ntr para outras c·ôr2s, t e m por outro lado scnsil ilid:idr Pxc·P0 .'iv:i para os ra;os azuis , \'iolet~s e ultra_Yio_ ]!'ta s, eom grave prcjuirn para a ,justa tonalidad ,, <1:t imagem fotogr/1fica.

Certamente>, o D··. Vog el eom ma descoheTta sohr<' "ortonomati ~mo", incorporando :i C'mulsão dt· p1·ata Euhsta1l('ias c·ornntcs, trouxe uma granel(' <',,ntril,ui c}io para a trndu~ão das côres. ?ifas, ;;ra<;as ~s dewohC'rtas posteriorC's de- no,-as suhs_ !.:meias c·ornntcs pelo inglês }:alenta, com as no_ ,·as pnrnhÕ<'S "p:mcromatfras" foi possível esten _ 1!t·1·a sensibilidade cfas ernul~ÕC'StarnhPm às côres ,·pn11elho e laranja. f; cm virtude desga scnsilJi_ li,InclP ao ,·C'rn](']ho e larnnja que nos é possível PX(··ntar instanta neos noturnos em casa ou nns 1·nas da cidade.

O aeu manejo 1ia c:1mar~ escura é muito mnis

rfoli('ado do que para o material ortocromfrti('o, 1,orqup não to 1rrnndo a luz vermelha, a re-Yelnção

dl'\'l' ser feita inteiramente no ('SCUro. Na reali_

clar]p porém, a nrnnip11lação do material pancrom{1_

tir·o apresenta elifi('u]dades mais aparentes do que

n·ais, principalmente quando SC' rC'vela automa_

1i,·am<·nte por meios de, tanc.ues ('rmeticamente

i'Pc·hados.

-

i,to é, p::ra aqueln pal'tC do espectro solar n:ío 1;ercebida pelo olho humano. Será a me,ma uma fonte le ohsprv :tc;ões de 110\'os fenomenos e as_ pectos qut' poilerão interrs.'ar não só Íl fotogra_ fia ap]i('ndn à tiencia mas tambem à fotogrnfin artisti('a, uma ,·ez que com o material infra_ver_ melho se podel'ão obter efeitos novos o originai s.
Por ext>mplo, tom o nso de um filtro b.r:n.1,j~ <,u \'ermelho. o céo azul, límpido e sereno se transfornHH'Ú tão esturo que· darú a s -:1'sa,·]o ele>magnifit-o efeito noturno soh luz <lo luar. ~,ks_ mo em uma p :lisagem, c-om o uso de varias filtrns poder_se_ão obter interessantes fotogrnfias ('Olll efeitos co111plctamente diferentes.
Para a rewlac;ão do material infra_Yerme1l10, niío são net'essínios <"nidaelos espec·iais, um:1 \'f'Z c1ue 1wnhuma diferen~a O<·ori·e e11trc '18 Pmtilsõ es infra_vermeihas e pantromúti('.ns. A sua gr:1cl11:1_ ~ão h:1sl:111te finn, JH'l'lllitP 1,oas amplin,;Õc's.
O TE:'lfPO DE POSE
:Nunca SC'l'Íldemais insistir sohrC' a nC<<' 'ssid:id, IL· um tempo de pose exato. Disto dependerão negativos pcl'feitos os quais , por sua l'ez, nos da_ rão a possibilidade de obtC'r excelentes positirn:i.
Indicar "n priori" qual o tempo ele exposic;üo é impossfrel. Isto depende eh luminosidade da oh_ jdi\'a, do grau da sensibilidade do matl'rial J;p_
gntivo e elas <"Ondições de luz e atsmosfrric ·as.
Tambem o diafragma influc no tempo de pos e· r, a p1·oposito, reeordnmos que a nmnPra, ;üo do diafrng111a a~sina1ada solire as ohjetirns é <"aL culada dr 1úodo que n passagem de um 1111111,>1·0 p11·a outro requer o dohro de <'Xposição <lo HnnH'rnero prC'eedente.
Sal·er dar o tempo de- pose exato, é sob1'PhH1o questão de experiência que só se adquire depois de muita príttica. A título de informação, lemhl':L mos que para faeilitar esta operação, al(,m do:i primiti,·os fotômetros óticos, se encontram hojt> no comen·io, fotômetros com tcluln foto_Pktri_ c:i, que eom seus ultirnos aperfeiçoampntos nos dão Pnsejo dr enlcular o~ tempos dr pose <·0111a rnnior segurarn;a e precisão.

A ultima des('ohertn importante nêste campo é drdda nos sPnsihilizadores pnra "jnfra_vern1elLo"

(a ~eguir: "A tomarla de Yista")

PROPOR, XOYOS SOCIOS Í<: l)lWEH DR Tono nOl\I 80('10

4-

"Temp,·os e igrejas" fo'. o ·têm2 do c::mcurso fotcgrãfico in·~erno relativo ao n1ês de agôsto e que, como os ant·erio ·es, des,pertoiu bastant.e interesse.

Ap:sar de apresentar grandes dificuldades, princ'-
pralm,ente de 01dem técnioa, é um têma êste que se pr ~Sta bastante para a execução de primorosas trabalhos artistico,s, eis que em no!sas igrejas, - princ ·palm .nte as antigas, com sua arquitetura característica dos tempos colcnia~s, seus inte i~res, altares ,e púlpitos ric3~ mente es,culpidos ·e recamados em ouro e práta., r-om as vetustas arcadas de seus pátios - quadro,s xprcssivos e de grande valor poderão ser cc1mpastos.

Ent:~tanto,

com ,poucas exc,2ções, não foi o que

vimas no concU'rso cbjeto destes breves comentarias.

Na maioria dos trabalhos apresentados, não enccm-tramo3 preccupações de ordem artist:ca, limitando·-S·3' os n~.spe,ctivos autores a fixarem a.spect,os quasi s-emp e~eriores e d'.:!'conjunto, m-éramente documentúrio,s, "'qce sô fc,g:m a-o que chama·mos "cartolinas", em virtude de u mais et.üdadosa ,escnlha de angulo e iluminação e um ap1imorado tra "ho d;;, :abo1·atório .

Nesse senão, incorreram até m·esmo os concorrentes m.ais avançados. Questão de comodismo, evidente _
mc'1te, já que qualidades não lhes faltam como d·emonr_itram, por exemplo, Dago,be1to de AI,meida em "Le tura da Tard,e" (n. 0 18) e Ange!o Nuti em "Frei Romualdo" (n. 0 1), quadroG de grand:; valor artiE,tico 'Jnde souberam retratar com felicidade o ambiente tranquilo e austero das igr,ejas, animadc,s de quando em vf'z pe~as figuras bond-osas e os passos srenc'osos dos re·igio.:,os entregueR ao 1e-colhimento e à m<::ditaçãí>. Pena que o prim·eiro desses trabalhos tenha a p:-·.::judica-lo o exc-esso de retoques, por demais aparentes.

E si nos atermcis apenas ã arqui1t:tura dos nossc;:; tempos, "Igreja de Sta. 'l'erezinha" ln.o 26) de R. Ynshida e "Arcada" (n. 0 29) do esforçado "novissimo" Antonio S. Victor, são um bom exemplo do, que ~rn pod·e faz· r em detalhes arquiteturais, s·em cair na fotografia ban:tl e inexpressiva.

- Dent--:-e os "Seniors", Nuti, além do, já m<~ncionarl,, tem em ''Orando" (n.o 4) outro trabalho bem conc-ebido, mas técnicamente mal realizado, prejudicando-lh·e

bastante n. intenção .· Seus outros trabalhos não acom-

1::anham 03 citado,s, inc '.dindo nos vi-cios apontados.

D= E. Salvatore, ap-enas os trabalhc,s "Sobre todas

as cousas ...

D~us"

(n. 0

101 e

"Cape

1 a1

da

Vila"

(n. 0 7)

sãai dignos de m·;.nção. Os demais, si bem que fotogi:·a-

ficamente ben1 r;:alizados, resentem-se d-e seu carater

p,uram,ente dc,cumentário. José Yalenti, qu. tão bons quadros nos hav"a apre-
s::ntado no concurso anterior·, d<::sta vez esitá com um c--njunto bastante fraco, muito aquém de suas possi-
1:ilidades.

- Na catego-ria dos "Juniors", Dagoberto de Almeida, a, ém da fotografia já m·:!nc·onada, nada mais no.s apres nta de bom. Gas ·par Gasparian sob:·esai-se nn "E;ede Benvindo" (n.o 2:1.), bem rea'izado, o portão em primeiro plano,, em silhueta, dando maior profundidad3 ,e realçando as bem iluminadas a:·'eadas. "Claustro" {n.o 22) é outro trabalho qu.e ganharia maio,r· valor si a figura <tivesse sido bem coiceada e melhor ilunlinada.; seus demai3 !trabalhos, apesar de bons, fotog~'aHcamente, não denotam preocupações ma ·s ·e'evadas. Peca ,m ainda pel,o papel empregado, mas, nêste particular, -com a incomensuravel erisz- de mat-:;ria~ qu'3 nc,s assoberba, não pode-mos se:· exigentes .

Roberto Yoshida, sempre origina', nos apres.enta outro bom detalhe <em "Igreja de S. Geraldo" (n.o 25), sendo fraco, porém, seu inter'ior "Sa,cristia''.
- Antcnio S. Victor e Fernando Palrm~rio, foram os dois unicos ''novissimos" que ousaram enfrentar as dificuldades que o têma oferece, e, não ha duvid::t, sair·am-s~ muito bem, confirmando o acentuado progresso que vêm 1aprese ntando de mês -a mês.
O primeiro, em "Arcada" (n. 0 29) e 1'Vinde a mim" (n.o 30) deu um~ quinau a mu~tos das categorias mais avançadas, quebr,ando o carater documentário que ê,ss·::s trabalhos poderiam apresentar, -com uma -exc-ei.ente enquadração e corte no primeiro, :::·a oportuna colc,cação de uma figura humana, em sugestiva atitude, no pórtico. - assunto da .segunda.
Essa m,esm,a intenção é ,d,emonstrada por Palm·rr'o 1;m "Retiro espiritual" (n.o 36) ·~· "Luz Celestial" (n.o 38}, trabalhos que estão por,:im prejudicados, aquêle pela figura demasiadament9 estática e centra izada do frade -:nt· e as colunas, e este pela def.ciente ra-a ização t·écnioa.
Os demais trabalhos de ambos, não .;stão à ,alt ura dos mencionados.
"COMPUR"

a V SALÃOINTERNACIONADLE AH.TE tBandeiiante honumnqeado pelo

FOTOGRÁFíCA

1. ,. rflo:iá~Jo

Prorrc,gadu " enccrrnme11lo das ilwcriçôes
Grande número de trnbalhos de ant01es es_ trangeiros, destinados ao V SAL,\ O· TXTERN A CTONAL DrJ ARTE FOTOGRkB'ICA DE R~ PAULO, cujas inscrições já se encontram na Secretaria do Clube, atnzou _se em 0 ·ü1gem, conforme comunicação que i-ece-bernos.

O trabalho que o FOTO~CINE CLUBE

BANDEIRANTE

vem clesenvolvenilo, desde a

sua fundação, em pró! da divulgagão e ape1·fei_

çoamcnto ela arte fotogriifica, tem tido justas

compensações no reconherimentó, princip1lrnente

cm outros países, dêsse esforço, cujos n·sultados

$C têm acentuado, de ano parn nno.

Êsse fato, acrescido a vários pedidos de au_ tores nacionais, do interior de S. Paulo e de 011ti-os Estados, levou a Diretoria a adiar a data l,.? cnccrra1nento das inscric.:õcs ao 'nosso ccrtan1e máximo,. parn o DIA 15 DE OUTUBRO r01·_ :·ente, segundo publirnção feita, a tempo, pela imprensa e 11ossa última circular.
O adiamento vem permitir que os nossos fo _ t(,grafos possam mellrnr se preparnr pai-a o Sa_ liio, fazendo j,'.cs, assim, aos prêmios oferbdos pelo Departan:onto Estadual de Informações, para serem ch,·putados pelos autores naeionais qne tiverem trab11hos admitidos.

,Ainda agora, acabamos dB rcreber, prazei_ rosamente, a noticia, dada em gentil oficio, ele que o FO'l'O CL UB ROSÁRIO, uma das mais tradicionais agremiações suLame,·iranas que se dedica à arte comum, resolvGn, em assem],Jéia geral, por unanimidade ele votos_, nomear o nosrn Clube seu SóCIO HONORÁRIO.
~sse gesto croou, no nosso quadro soeial, da 1~rnneua: a mais lisongeira possível, poi ,, a par · '. e estreitar os laços de amizade que nos unem :.'.CJUe!escolegas, vem real,ar o quanto arima Hfirrnamos.

EXCURSÃO A SAN'J.'1:S0

Positivamente o tem,po vem conspirando contra os "catador,e.31 de emoções fotográficas" que costumam par tici ,par das ,excursões do Clube.. . E' só anunciarmos uma excursão, que o céo se -Enfarrusca, no dia marcado, e o sol não dà o ar die1 sua gr·aça !
Isso accnteceu, mais uma vez, quando da última excursão p,01· nós promovida para aproveitiar os feriados de 7 e 8 de s . temb:n, à~ lind~s praias d-e Santos.
T-e·ndo saído. na véspera, à no:te, em ônf~us -especial, completamenite lotado, os exou ~"Sionistas "bandeirantes" ho-spedaram-se na confo,rtav -el Pensão S, João, à Avenida Vicente de Oarva: ho, 24, onde o seu proprietário foi pródigo em genti: ·ezas para ,coi1n a turma.
Os madrugado: ··es, cedo puzeram-se em campo. Mas nada puderam faz.er, pols um cbuv:s,co impertin::nt.e 03 obriigou ,a voltar para a cama ou ficar na praia batendo petéca, chutando bola, emfim, toda sorte de reinações. Menos fotografia ...
Em todo o caso, -o Diretor Social incumbiu-se de não d-e'.xar mui ,to trist':-s os sócios, convidados e fami ias, proporcidnando-lhes j,ogos de salão e, para não perder o habito, até assistir um Jogo de futebol do, &eu Clube "mais querido", o São Paulo, que naquela cidade disputou uma partida de camp ·:,onato.
Po,ram, pnris,so, ap,esar d-e tudo, dois ct:as alegres e qu-e deixaram saudades.
Nos "cli-chés", resp:-ctivame 4te, '11m grupo dos excur · sionistas.; o nosso comrpanheiro Farkas quando carr-,gava ,a sua última "conquista" (uma "Speed Grafic"), sob as v!stas do Basi.lio, Tibor' e Vergareche, e o Dino, acertando a "dolorosa", auxiliado pelo "homem dos 7 instrumentos", ainda o T.bor.

A SOLARIZA ·Ç.tTO - Continuação da página 1)
liú de especial; ampli:Lse como qualquBr outro negativo.
Para ol.Jtcr o contorno característico, tem rwc-ntuado e vjgoroso, pode _se reduzir pela meta _ de o tempo normal de exposição do negativo e, nêsse caso, a Tevelação inicial deve ser interrom _ pida aos 3 minutos. O tempo de exposição sol.J a luz veTmelha, para que fique velada, seTá o mesmo - 20 segundos - mas a segunda reve _ lução será então mais prolongada, no mínimo 5 minutos. · Si, porém, se quer o efeito oposto, um contar _ 110 suave, dc\·e_se proceder da seguinte fórrna : c-xposição do negat.irn normal e a primeira reve _ lação mais longa; menor veladura, de 5 segun _

dos ou pouco mais e a segunda revelação tarn_ bém curta, de mais ou menos 2 minutos.
Estes dados são Telativos ao material p:rncro_ rnático e devem ser modificados caso SB tra l.Ja_ lhe com emulsão ortocromática . Neste caso a \'Cladura se fará com luz l.Jranca, p. ex., 5 segun _ dos a umJ. distancia de 2 metros para urna larn_ pada de 40 watts, suprimindo _se a desensibiliza_ ção, então desnecess.:íria.
Não se deve ·c1esensibilizar o negativo antes da primeira revelação, pois seria então difit'il ve]{i_ lo depois.
Por sua vez, é quasi impossível contl'Olar n srgunda revelação pois o negativo enegrece to_ rlo por igual, não pemiiti.J1do ol.Jservar o cantor_ no claro que só será vis.ivel por transpnrêll(·ia li luz intensa.

-6-
A PAGINA DO CINE-AMADOR

*
l, u fando rnm a mais abRoluta falta df' ma maneira como mafl'J'ial, não p,íd, , - D! 'J>artamrnto Cin!' _ nossos olhos.

se a cêna

original

foss'.:' vista pel:s

m " /Of/râfico 1/o ('lubf' dtM 'Jl1'olvn o Jll'" -

A cinematografia, rea,mcnte, basoa -se num fenrme-

.1, mmn 1lr ação 1111' 1 ilr ',<(',Íaria. Enlrf'faJ1/o,

na tsJ>trança dt br1u nulhoria, ini!'ia sob

a orÍl 'nicção dr s!'u i/irrtor,

Ja11 Jurre

}(r,os, 1sla z>Cl_(Jinadedicada aoR princi_

no fisiológico conhecido como "persis-tencia visual", ou sej.a a faculdade qu.:- tem a vista de reter as imag,ms por algum tempo. Por exemplo, se uma pessoa lixar durante certo tempo uma luz forte ou uma côr viva, fechando em seguida os o hos, a côr c<>ntinuará a ser

pian /cs, !' na qual procurará dar _lhes as ob&erva<la no lugar onde estava a luz.

1wç1í1,s l'l! ' /JU11tar1·s da dnnna/ografÍ{l.

I sto se dá, porque a luz produz uma reação quimica nas celulas nervosas no fundo dos olhos e qu:indo

é removida, passará um corto tempo até que as ctlulas

Os principiasda Cine~Fotografia voltem a sua condição normal primitiva. Durante esse periodo de tempo, elas continuarão a indicar sua prc-

Os proo!1ssoS e equipamentos necessários para to mar e mostrar fotcgrafias de objetos em movimento são distinguidos p .:lo p~eLxo "cine" que significa "m-e. vimento". Daí 0 3 termos "cinematografia" ou "cine-fciografia" pel es <JUais são c-cnh zcidos; s>endo o l'lt:mv especialment e ap.ioado á tcmada das fotografias.
Em es~ência, o proces~o envolve a tomada d~ um grande número de fotografias en1 suc~ssâo rapida -e re gular. Cada fotografia (quadro) é como uma fotogra-

Snç,a, não obstante a fonte de luz já ter s~do apagad _a. P ortanto, projetando uma fotografia na téla e cor -
tando a luz po: · uma fração de se,gund<>, enquanto mu damos a fotografia por outra quaEi identica, a vista não pereeberá a mudança feita. Isto, porém, com a ccndição d,~ que o período durante i:> qual a luz p·rmanece apaga<la não exceda o tempo de duraçii.o da "pe:-"sistenc'a visua:" do~ noss()s o·hos, que é ba~tante curto.

fia comum; no mom·cnto de ser exposto, o fih11-c fica

O tempo <exato depen<le da e·aridado da luz; na

parado. Mas se os objetos estão <m movimento, as foto - prática, Julga-se satisfatório um "ratio" d,e projeção

grafias seguintes, t:::madas .!:.U~cssivam-nt z; e,s mostra - de 16 fotcgrafias (quadros) por segundo. Nessas condi-

1ão em po;.;i,tões algo diferentes das anteriores de ma- ções, ocorre uma sobreposição de imag,ens de mnne'ra

neira qu J. depois de um C·:>rto nilme1 o de fotog:afia .s,
póde-s~ observar um1 mudan;a sens:vel na cêna rr-

que os noEsos olhes, por uma. p:que!la fração de t-empoj vêm, realmente, duas fotografias ao mesmo tem -

mada.

po, dando-nos assim a ilusão de uma perfeita conti-

As fotografias são feitas s-:bre um fi me de m:1-te- nuidade de ação.

rial transpar.2nt ,e, que é em s:guida reve·acto, obten -

Nos projetores sonoros, são projetados 24 qu~d: os

do-se um negativo comum. Deste negativo podem · se por segundo, mas isto torna-se neç_~ssár:o apena.S pnra a

copiar os filmes p::JSit~vos, ou o mesmo negativo po- sincronisacão do s~m. nos filmes. Isto, ent 1·etanto, Já

derá s er ",:irado" tornando-se assim "positivo", pro- é outro assunto.

Ccfso comum,"'nt e usado ncs filmes em 16 ou 8 m jm.

Obtem-se as -:im uma sucessão de fotografias transpa-

lentes, por me:o de aparelhos (cãmanas) adequadas, numa Jonga fita de filme que é depois colocada num

LABORA TóRIO

projetor o qual proj -ta as imagens numa tela, em sequências regula1ies.
No projetor, como na -câ1nara 1 cada fotografia 1quadro1 flca parada durante uma fração de segundo, no momento da ser p:·nj<etada. Depois é puxada para a frente e substitu:da p ela fotografia seguinte e assim

o met.abisu·fito de potassio e o bisulfito d' sódio, co_
nhecidcs tambem -como su'fitos ácidos, podem ser substitu'dos entre si, nas formulas em que entram em igua dade de proporção.
---( 11°1l---

!:'ucessivamcnte. Durante o tempo q11-:- o filme está em movimento, um obturador (denomina<lo "Cr:iz de Malta" J funciona. ,cm determinado · momento para inter<;eptar a luz de man:-L a a ser o fi me exposto apenas quando parado no projetor, em posição apropriada á objet:-va do a~~re ho.

A mistura d~ agua ,~ ácido sulfurico desenvolve r,rande calor. Assim, quando se faz 2.lguma solu-:;ão em que entre o acido sulfurico, deve-se t-er o cuidado de adicionar o ác:do na agua, pouco a pouco, agitando-a. Nunca o contrario, pois uma pequena quantida de de agua caindo em certo volume d,e ácido produz

o que se vê, p::,rtanto, na téla é uma sucessão de uma elevação de temperatura tal que a agua se evc -

fotografias tstill pictur·rn) mas, com tanta rapide, que porará instantaneamente, salpicando, com certa quan -

a mudança de uma para outra torna-se imp,erceptivel.

tidade de ácido, em todos o.s sent:dos, podendo ass.m

Obtem-se assim, com relação às cousas fotografa.-l!:!S, o produzir queimaduras nas mãos e no rosto do op,eui ...

ift:ito de um movimento contínuo, exatamente da m-?s- dor, Para a dissolução desse ácido, eleve-se mpr~gar

-7-
CONCURSO

'' Parques lnfantís"

Ocnsoant-e antecipãmcs ~m nossa circular de setf:mbrio, publicamos, em seguida, o regu am,ento do CONCURSO "PARQUES INFANT~S", institituido p,ela Divisão de Educação e Recreio - do Departamento Municipal de Cultura, para ser disputado exclusivamente entre os sócios · dêste Cluhe.
Afim de se preparar para êsse concurso, repetimos , durante o mês corrente os sócios pode,rão, com a cart,eira soc :al, frequentar os Parqu-es Infantis da Municipalidade, respeitados os respectivos horários de funcionrunento.
Os trabalhos in&critos serão expostos ,em sala anexa às do V SALAO INTERNACIONAL DE, ARTE FOTOGRAFICA, na Galeria "Prestes Maia".

REGULAMENTO

_; Art. 1.o - Fica. instituído pela Divisã,o de Educação e Recreio d::) Departamento Municipal de Cultura., um concurso de fotografias entre os sócios do Foto-Cine Clube Bandeirante, desta Capita\ sôbre os Parques Infantis da Capifal.
.Art. 2.o - As fotogi'afias para êsse concurso deverão obedecer aos seguintes temas gerais: 1.o - ARQUITETURA E PAISAGEM det.:tlhes, conjuntos, aspétos g~rais, etc., dcs Parqu-::s Infantis. 2.o - F'LAGRANTES - atividades livres, organizadas ,e dirigidas, nos P:uque'.<. Infantis,

Art. 3. 0 - O concorrente poderá apresentar, sôhre cada tema, até o maximo de 10 fotografias, que deverão obedecer às seguintes condições: a) - Dimensão minima de 18x24, maxima de 40x40 centimetro ,s e montagem em cartolina branca ou crême, de 3õx50 ou 50x70 centimetros. b) - Sem colorido a mão ou viragem, exceto quanto a esta o tom sépia.

e) - Numeradas, no vC'so das cartolin:,is, devendo o nome do concorrente figurar unicamente :uo boletim de ins .· crição.

Art. ,J.0 - A inscrição é gratuita, d-0vendo o interessado preencher o boletim de inscrição res. pectivo e entrega..lo, com os trabalhos, ao diretor de Concursos do Foto-Cine Clube Bandeirante, até o dia 16 de novembro de 19~'6.

;1 único.-.Haverá

a,. to!erancia máxima de

ras, por m·otivo Justificado pelo

rente à Diretoria do Clube, até

do encerramento das inscrições.

48 ho. concora hora

Art. J.'' - Para habilitarem.se neste concurso, os s'9-

cios do Foto-Cine Clube B:indeiran~e terão

livre ingresso nos Parques Infantis

da

Municipalidade,

mediante a exibição

da

carteira sodal, devendo respeitar os ho-

rários e disciplina interna dos mesmos,

Art. 6. 0 - Ao melhor conjunto de fotografias sõbre os temas Indicados iei aos três melhores tra .balhos apresenta-dos sôbre cada tema, serã,o conferidos prfm .ios oferecidos pelo DepartMncnto de Cultura, assim como menções honrosas, a critério da comissão jul-ga-d·ora.

MOSTRA NUTI-LIGER - Alcanç~·i pleno ê>:ito a exposição individual promovida por êstes nossos doL co sócios·, nos salões da. União Cultural Brasil- Estado"'S Unidos (Casa RooseveJti). No cliché, os expositore tro-
cand ·o1 impressões com o Presidente do Clube.

Art. 7.. - O julgamento será feito por uma comis. são composta de tres membros de ?'<>conhecida competência, sendo dois indicJa. ·-
dos pelo Diretor da Divisão de Educação e Reorei~ e um pela Diret~ria do Foto-Gine
Clube Bandeirante,

Art. 8. 0 - Os trabalhos premiados ficarão de propri~da ... de da Divisão de Educação e Rrecreio que terá, P.in,da, a factl" .dai',te lds'! reproduzir ql!at-quer outro trabalho inscrito .

Art. 9.o - Todos os· trabalhos inscritos serão expos-

tos, a ,p1ós o julgamento, em local a ser

previamente indicado, sendo em seguida de-

volvidos aos concorrentes,

ressalvado o

que dispõe o .;;-,rtigo prcc-'!dente-.

Art. 10. o -

As decisões da comissão julgadora serão definitiv-3,s, implicatldo o ato de inscrição na- aceitação, por parte do concorrente, de todos os dispositivos deste regulamento.

-//-

1NS TANTA N E OS
Co-memorou, no mês de a.gê,sto p,p, mais um aniver,ario d~ sua fundação, o FOTO CLUBE DO PARANA, simpática agremi ,ação do Estado visinho que reune -e·m seu seio um punhado de bons foto-amadores, alguns dcs quais já bastante conhecidos atra vés de seus trabalhos que figuraram nos s·:.=tlõesdo p-aís.
Aos <:onfrad::s parana ,3nses, nossas fe ·icitaçõ cs .
-- ;0-0 1--
.Tem nova Dic ·etoria o FOTO CLUB ROSARIO, nos.s-os bons a,mig -os da Re 1pub'ic.a do Prata e Sóc .o Honorário do Foto-Cine Clube , Handeirante.
A r ,espectiva Presidência r,eitorno,u ao Prof. H:ra.m ca·oge: ·o, Ul)1a das mais destacadns figuras d,i fctografia,. sul-americana, autor d2- inúmeras obras especlalizadas, sob·ejainente conhe:Ci·das.
A' nova 1'Comission D ;r:ctiva" do c·ube ro sar ino, vc,tos sinceros de feliz gestão.

Continua sendo extbida, na Argentina , aliás com significativo êxito, uma das primeiras col $ções de fO·tografias de nossos associados enviadas aos pais visinho e que já i::·9r:correram suas principais cidaães . .

A Ultima exibição de que tivémos noticia realizou-

se e-m Baia Blanca, cujo Foto-Club.e- local rt-eve a ama-

bilidade de enviar-nos um bem confecionado

folheto

catá~ogo.

·'

RUAS. BENTO, 357 · l.º Andar - S. PAULO - BRASIL

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