Boletim Foto Cine Clube

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f'> . , ,etc. ,,)lne (1)l11be ~anllelrante
S. PAULO BRASIL

AGOST0-1946

BOLETIM
N. 0 4

TURIS~EMFOOTOGRAFIA

A idÈia de turismo e st· de ta 1 modo ligada ?:t fotografia, qu e dificilmente se realizar· aquÍle -em o concurso do fotÛgrafo. Ao exame superficial e apressado de qualquer curioso, isto poder· pa _ recer um disparate, mas quando ∑e lhe Èhama a atenÁ„o para os albuns e cartazes de propa _ ganda turÌstica de todos os paÌs es cio mundo, num instante sei reforma o conceito fO hre a mat Èria e num instante se compreende a import‚ncia da fotografia na propaganda e con _ fequente des e nvolvimento do turismo.
Sim, qu e È que mais fÈre a atenÁ„o do "glob e_ trott er" despreocupado 011 do indÌgena desejorn de conh ecer no\'as terras e novas gentes, novo s h· _ hitos e re cantos novos, qu:rndo buscam paisagens pitorescas on costumes diferent es nas suas via_
gcns atravÈs elo munclo f S„o as ilustraÁıes, n„o resta d˙vida. L:m album de propaganda turÌs _ rica sem a ilustra Á„o peTfeita e lH!m apresentada cio que de bom t e tem para ver na ∑terra , seria o mesmo que contar uma histÛl"ia a um surdo ou mostrar os encantos da natureza a um cego. A fotografia est·, assim, para o turismo, como a propaganda para o lan~amento de uu1 produto 11ovo. Ela È o melhor veÌculo de p1∑opaga11da que pode ter o turismo.
Mas n„o È sÛ com fotogTafia que se far˙ tu _ ritmo. Se È elemento inclispen saYel e de marcante re1evo na sua propaganda, diga _se tambÈm que n„o se faz turismo sem bÙas estradas, sem bons llleios ele transportes e sem hotÈis ou hospedagens tonfarta veis.
Pouca gente como nÛs, do FOTO _CINE CLt:-_ BE BANDEIRANTE, sabe quanto de verdade e rle importante vai na necessidade da conjugaÁ„o clÍstes trÍs elementos : transporte, e~tradas e ho_ teis. Durante a guerra, o mais distante que po.. dinmos ir, e (!llando iamos, era nos chamados ar _ reclores de S„o Paulo. Com o primeiro meio de rnndue„o encontrado, n„o olhando se era trem 'uper_Jotado, jardineiras elmas de molejo, ou se estradas que mais pareciam caminhos, atin _ giamos o fim de nossa "viagem turÌstica", mas aÌ ... aÌ È que pegava o carro, ou por outra aÌ È que comeÁava o maior martirio dos desco~ hriclores clP ‚ngulos novos e fixadores de lindas imagens. Quantos conhecidos, ao ver denois nos _ sns foto.graf¸as, n„o J)erguntavam enea~tados e clePe,josos de conhecer de perto t„o eouvidatiYos

SÛcios do F C, B., ag uar da nd o a hor a. da. pa rtid a,
num a das s uas exc ur sıes
1wda~os ela natureza: oncle È que fica i,,w? como f; que se 'Vai l‚ ! È muilo lon .<JPclaqwi?
'l'Ìn hamos rnntnde ele dize~: n„o v˙, amigo! Ne 11„o tem um pare11te ou colÈga que o receba c111sua tasa, 11iio ,∑˙ ! AÌ n„o hÌt um hotel que se ap1∑esente, i:„o lia u111restam∑ante sofrivel, n„o ha 1<11elafeito pc'o hornen, que corresponda ao Lcm ,c-sta r que Deus lhe proportionou. E'spere que o go\'Írno rnltc suas Yi, tas para t„o pri\∑ilegiaclas 1∑fgiıes, para centros turÌsticos t„o promissores e futurosos, e depois, sim; v· recrear seu espirita ,, repournr seus sentidos nÍsses locais p1∑Ûx/mos, ou mesmo mais distantes, que esperamos um dia 1e∑ r realmente abertos ao turismo no B1asil.
E agora que a guerra È finda, e que j· temos, com bÙa vontade, mais facilidades e melhores meios de nos tramportarmos deste para qualque1∑ outro ponto do Estado, inclusive o litora l, j· seria tempo do go\'Írno tuiclar de claJ∑ estÌmulo :∑queles trÍs elementos indispens·veis ao desen _ volvimento elo turismo . :f':le mantem, ali·s, no De _ partamento E l tadual ele InformaÁıes, uma Div i_ rao de Turismo, superiormente dirigida pelo es _ pfrito esclar ecido elo elr. Ariovaldo Teles de Me _ ,,ezeE. J· est:Ì. na hora, e n„o vem tarde, de a Di_ ,∑is„o de Turismo elo DEI exe{'utar o seu progra _ ma ele aÁ„o e pÙr em pr·tica aquilo que j· en _ t aiou tom suce , so meia duzi'.l de vÍzes.
Facilitem _nos os meios de transporte, assegu _ Tem_nos acomodaÁıes condignas, que nÛs, do FO _ 'l'O _CINE CLUBE BANDEIRANTE, de n ossa parte, garantimos fixar Ûtimas imagens que ser„o excel ente material de propaganda para o desen . :-oh-imento do turismo no Estado de S:„o Pattlo !
E. 1'.

-2

Foto- CineClube Bandeirante

A Nota.do MÍs



Aproveitando

* um a breve estada no Rio de Jane iro,

-teve o nosso presidente 09ortunidade de levar a fraterna l

saudaÁ„o bandeirante a.o veterano Foto Clube Brasileiro e

‡ j.ovem Sociedade Fluminense de Fotografia , sendo rece -

LaboratÛrio e c‚mara escura pa ra apre ndizagem e aperfeiÁoa mento.

Sala de leitura e Biblioteca es_ pecia lizada.

_E;xeursıes e concursos me11sais entre os sÛcios.
e
ParticipaÁ„o nos salıes e co11cnrsos nacionais e extrangeirns.
e
Inte rc‚mbio eomtante co11 as sociedades tongÍ nercs do pnÌs e do exterior.

bi do com a gentileza e cavalheirismo que lhes s„o peculiare s. Do conta.to que teve com os confrades ca.r iocas e flu -
rr· nenses, trouxe a melhor im!)ress„o poss Ì vel. Foi encon ir· -los, como aquÌ. inteiramente devotados ‡ arte comum . prepa .rand.o-se com entusia .smo :9ara grandEs realiza Áıes, lÛgo que o !)ermita a completa normaliza Á„o no fornecimento de material fotogr·fico . o que se es:9er a para brev e (no Rio j· se encontram papEis de melhor qualidade, qu e a. Kodak de S . Paulo . n„o sabemos porque , timbra em n„o distribuir). Enquanto isso , trabalham ativamente , p ara os prÛximos salıes.
Com sua visita . nosso presidente , alÈm de reforÁar os laÁos de amizade e camaradagem que ~· unem o nosso clube ·quelas sim:9·ticas a.gremiaÁıes e se us componente s. poude ainda acertar com os res!)ectivos diretore s. u m m ai or intErc‚mbio e uma mais Ìntima colabora i:„, o entre os clube s, em prÛl da arte fotogr·fica brasileira.
J· no nosso !'.)r”~mo i_r SAL√O INTERNACIONAL, a se rea .liza.r em dezembro prÛximo . prometeram carioca s e fluminenses estar !)resentes em grand e n˙mero , com seu s melhores trabalhos, numa afirmaÁ„o soberba do alto nÌve l <1.lcanÁadq pela fotografia artÌstica em nosso pa.Ìs.


DEP ARTAMEXTOS:
Fotogr·fico

A presenca daquÍles reput a.dos artistas n o nos so sal „o, a.km . de d.-.r-lhe maior brilho, ser · tambÈm um estÌmu lo ao s amadores paulistas. Que se preparem po is, os bande irantes, pois precisamos n„o fazer feio.

Cinematogr·fico

SecÁ„o Feminina



,Joia de adrnissi\o ..\fensalida<le .......... Anuidade


C1∑$ .10,00 . '.!0,00 '.!00,00

Os sÛcios elo interio1∑ e outros Estados e ela ser~~o feminina gosam elo desconto ele 50 % .

R. S. BE TO, 357 - 1.0 AND. S. PAUL O - BRASI L

Dir eto res e s9cios d:1, Socie dade Flumine n se de Foto ... g raf ia, em comp anh ia. do nosso P residente, qu a.ndo da
sua re cente visita ·que les con frades

-3-

O DIAFRAGMA e a profundidade de fÛco

.\pl'sar de sua simplil"id:ide original, a ohjetirn urna fonte de l'Olllplil"nÁıes parn o prineipiantP. lia algum:1s dezpnas dl' :1110, n„o passa,∑a de un1:1 , ;111pil'8lrnk eom∑ergente, l∑omo qua l(]uer lupa or_ 11i11:'11iaC. om o telllpo, foi se :i1wrfriÁoando e ao 11(1' 110t , 111po fe to111plic:mdo nullla ro111hinac;iÌo d∑.∑r{1ri:1s lpntPs, prol∑11r:111do l' ida 1∑(∑z 111aior pn∑_ 1∑i--„'o.

:\:io ohstantl', PS~a 1n∑p,∑isiio,
"'" (∑a111po restrito assegurando 1,l,1p1111p1onto dekl'll1inado por r1pli111in:11∑.

:1ti11gp Ȕlllente
nitidez apenas Ullla fo('alizac;iio

'l'uclo que {'Str1si( u:ido aquÈm 011alÈlll clÍsse pon_ to, tonta_sp tanto 111ais eunfuso quanto mais dÍle "'' <li∑tanl"in. P:1ra ri, ou parn l˙ do ponto deter_ 111i11ado,nd e a nitidpz (> absoluta, existe uma zo_ 11:1dl' nitidPz rPlatirn, zona Õ! ta que denomina _ 110s "<'ampo foral" 011 "profundidade de fÛc∑o" ,, f'Ûra da ,1ual n„o te1∑emos rnnis irnngrns nitidas " pn∑l'isas.

.J:'Ja olijetirn, ern raz„o de sua prÛpria l'Onstitui_ ,)o, :1ssrgura uma (∑c∑rta profu1!diclade, tanto 111aio1q∑uanto mais di; tante o ol>jÈlo fotado .
l'odP1110sobsel'\'ar Ísse fato, muito belll, eolll u111 :∑parelho pro"ido de Yiclro despoliclo.

r'oc:1liz:rnclo um oh,j(>to situado, 1p,. C'x., a 2 rnh. :1pl''"'∫ Í.;se objÈto aparetrr,, perfeitamente niti_ do. Os ohjÈtos situados aquÈm 011 :ilÈ111 a parc _ 1∑l'l'‡orada ,∑ez mais ('Onfuso e isto Qunnto rnaior fo,- :1 distancia em qne se enrontrnn;, Si, porÈ111, fota!izarmos a 6 mts., n∑remos que n prÛpria. obje_ tira jÌ, nos dÌt uma <C'rta profundidade, j,to f', 11111:1(∑e1∑ta nitidez tanto para cli:mt{' como parn t1az daqnÍ](' ponto, co111a partic∑ulariclade de qttl' a zona nÌtida ali>m ele (i mts., È maio,∑ elo que a zona nÌtida situadn aqu/>m. Focaliza11do a 1~ mts., a l'Xt<n-„o elo <-ampo cl<' nitidPz a11111C'11tnainda 111:ti∑('Ili :11nhos os Sl'11ticlos, mns wmpre <-OmYan _ t∑1g(∑111parn o plano clC'pois elo ponto em fÛco. r'iualnwnte, fo,∑alizundo no i11finito teremos os plano, l011ginq11os hast:mtp nÌtidos, COHtinuando porÌ∑m os primeiros planos eonfusos, desfocados.
'I""A oh, ..rrn~„o dÍ, tC's fl∑nolllC'llOS nos faz refletir ,-0111:1 olijPtirn totalmente ahC'rt:i, appnas po _ dP111osoh1Pr a prnfimclidadC' ele ('a111po que lhe (> 1∑1∑1∑ulia(r∑m ,∑irtuclc ele sua pr6pri:1 f(J1∑rnul:1 Ûti (∑n, j'l'11furclicladp SC'n1prP limitada e nmH∑a <'OmplÈta ,,111 toclo0 os planos. fkndo tlc not:n _sc que tanto
"" nor s1∑r:Ì Pssa JHOfunclidade prÛpria, quanto
11111ihs1111i1108a:l ol∑jl'tivn e quanto maior a J'<'S-
1'∑'<∑tira di t:111cia foeal (a distanl∑ia pntre a len_ tl' ,, o plano elo npgati,∑o).

Entretanto, essa profundidack natu1∑:1I, pÛdc sC'r :1111111∑11t<:1-10l1:1i 1o uso ton,∑enipnfr elo diafr:1gn1:1, <U.i:t fun,;iio n„o È. :q)('nas 1∑egulnr a entrada da luz, o tPrnpo rle exposi~iio 111:1sp, rincipnl111cntl', re _

gul:11∑ a profundidade do campo focal. Para bem ,∑ompreendcnnos o seu papel, co utinuernos obser _ \'ando no ,∑idro clC'snolido. Fou1lizemos, p. ex., ttlll objÈto Eituado a 4 -mts. e pa[semos a usar o dia _ frng111:1. 'F'edi:rnclo_o a f.5,6 vpremos que o ra1111io de nitidez se estendeu desde 3,40 mts. atÈ 5,10 mts.; fechando _o ainda mais, n f.8, o ea111po dr fÛto abrange todos 03 ohjÈtos situados entre 3 rnt 0 ., e 5,80 mts. (Isto, com uma objetini de 10,5 <∑111.de distancia focal, ou eja de um aparelho 110 formato 6x9, pois (;Omo diEsemos a profundL rlade do campo varia, conforme a distancia focal
ela oh;jetiva). Assim, quanto mais fel'lrnn11os o diafragm:1,
quanto mais diminuÌmos a sua a.hertura, ao me~1110tempo que menor ser· a quantidade de luz (JUl' \leixn passar, exigindo por isso maior exposi~„o, tanto maior er(t a extens„o ela zona. de nitidez, q110r pnra diante quer para traz do ponto foca _ liz!ldo, atÈ que, com o dinfwg11111 todo fechado, ol,tercmos nitidez em todos plauos, desde os p1∑L mciros atÈ os mais longin(]uos.
Donde, quanto maior a profundidade desejada, tnnto mais den∑remos diafragma r. POI'que isto ncontee:e? N„o nos percamos c111 estudar as rn _ zıcs de ordem cjentifica que lhe d„o causa. Li_ mitemo _nos por enquanto, cm constatar e aceit:11∑ o f,1to, tirando clÍle as vantagens que nos ofcre~e.
.-\ expNiencia demonstra, aind:1, que o campo nÌtido È ~emprc maior atrnz elo que adiante do ponto focalizndo .
O um do diafragma den∑r·, portanto, ser feito com reflex„o. Ser· um erro, p. ex., fazer o po11_ lo inieinl com o plano prÛxi1110 (2 mts .). Par:1 oliter _'.e nitidez total, seria p1∑etiso, uÍsse e-aso, frl'lrn,∑ o diafragma a tal ponto que a. pequenn quantidade de luz que ent„o deixar.ia passar, se_ ,-ia qunsi inoperante, exigindo uma exposiÁ„o de _ 111asia(!nmcntl' .longa . O erro eo11tr(irio, isto È, fo _ c-1l1iz~r no infinito, <∑onduzi ri, ao rncsmo resultado,
'' "' deh∑imento, desta vez, dos primeiros plnnos.
De,∑e _se, pois, focalizar : empre num vlano jn _ tNmÈdio e c-om o diafragmn fechado apenas pela nlC'tacle - f. 8 - 1'eremos assegurndo assim, sern _ pre t1111azona de possibilidade m/1ximas, com ni_ ticlez hast,rntC' dei de os pl'imefros atÈ os ˙lth11os planos.
Qualquer outro ~istema de foealiznÁ„o ser· sem _ pr<' deficientP.
A wf1ticn dnrÌ, no fotÛgrnfo n medida justa ,lo uso elo diafrngmn. Entretanto, em quasi todos os tratados e11eontrnremos as v:Ìrias tal:elas dP profnndidaele de fÛeo, de nc-ordo eom as dista11_ <'ias focais das ohjetin1s, e os apai∑clhos mnis mo_ rlernos e aperfeiÁoados j˙ ns trazem gravadas 11r1 prÛpria montagem das c‚maras, de 111:111eirnf,, _ (∑il ele se lei∑.

"A luz faz brilhar toda,s as ccusas, t ransfor m a. e n obill ta.. os m oti vos m ais rsque ci do s e com un s". - L. MI SONN E.

- 4- -

-VARIA«’ES

S…FIA

Eiitre as Yiragens mais usadas, a mais comum o tambÈm a que mais se presta a numerosas ex _ periÍne ias e eombinaÁÈies È a virngem sÈpia, ou se_ j11, por sulfuraÁ„o.
Tonalidades das mai\ bonitas e dirnrrns podem ~er obtidas eom a simples modifiraÁ„o da do3a_ gem dos elementos componente3 das v.·rias formu _ las usadas, ou pe la introdnc;„o 1us mesmas d ∑ no _ vos elementos.
Ao proceder_,e a viragem, È importante que as cÛpias estejam perfeitamente fixadas e <-uidado_ sarnente lavadas, pois qualquer residuo dos sais de prata ou de hipowlfito que perman~a na , emuL ~„o produzir{\ manelias amareladas ou marrons, ou far· com que ~e per<:am detalhes, atuando o hi _ posulfito como uma especie de redutor.

Sol. A-

·gua ...................

.

ferro<∑ianureto ele pot. . ... .

brnmureto de potiÌs<io ..... .

1.000 CC. 100 gr . 50 gr .

Sol. B ·gua .................. biclornrc1o de merenrio

.. ... .

J. 000 er. 25 gr.

Para fazer _se n soluÁ„o B, deYe- se usar ˙gua hem quentr.
Para o banho branqueador, conformo a to n a_ liclade desejada misturam _se as soluÁıes A e B nas seguintes proporÁıes, acli<:ionanclo_Ee em cada c∑aso, uma quantidade dr (1guo suficienre para to _ talizar JOO cr.

Na.execuÁ„o da ,∑iragem por sulfuraÁ„o, indii'È _ ta, usa _so pre!iniin:urncnte o lrnnho enbrnnquere _ <lo1∑ segu¸1te:

:1gua .........

. .. . ...... . 1 . 000 C(∑.

hromureto de pot·ssio

20 g,∑.

fer.rocianurl'to de pot·ssio ..

20 gr.

marron puro : sol. A:
111arro11mai8 frio: sol . A: .......... sol. B: ............

. .. . . . . .. .

12 re.
10 ec. 8 cc.

A& C;”pias cle,∑e111ser tratadas nesta soluÁ„o, em movimento continuo, atÈ que a imagem fique 1∑r_ duzid11 a simples manchas marrons claras, 110 lu _ gar das soml ras nrnis densas. Lavam _se ent„o atÈ que o leve tom amarelo te11ha desaparecido do J)a_ pel, para em seguida introduzUas 110 banho ela viragem. A, seguintes formulas siÌo as nrnis i11_ clicadas pa rn os d i,∑rrsos tons:

SPpia comum:

iigua ..........

. ........ . 1 . 000 Ct.

su lfurrto d,:, sÛdio cm crist :1is

20 gr.

111m-ro11_ver111e//w:

·gua ........ . ..........

.

sulfureto de sÛdio cm ('ris1 ais

Felenio ...... . .. . ........ .

] . 000 CC. 20 gr. 1 gr.

mar-ron puro:

:tgua ...................

.

,∑oluÁ„o dr tiocarbamjcla a ii%

soluÁ„o de 1,romureto de pot .

a 10% ............

.

soluÁ„o de sÛda c:rnstica n

10% .... . ... . ....... .

.000 cc. 200 Ct.
800 rc.
60 <∑C.

Outros tons mm-rons ou negro_marro11s, pod(' _ r„o ser obtidos acrescentando_se :i combinaÁ„o fer _ rocjanureto _bromureto de potassio, pequena qua11_ tid‡de de sais de mercurio, ruja maior ou lll(' _ nor proporÁ„o determina1∑:1 um tom nrnis frio ou mais quente.
i :ea1:a'. a. virngetn com me1∑c~rio, p1∑epnram _se duns solu~ıes ele r<'senn, a saber:

marron fri<,: sol. A: ol. B:
marron _qi,cnlr: sol. A: sol. B:

8 ce. 10 ('(∑ .
8 ('('. Hi CC.

111a1-r0_11,1_qro: sol. .-\: mi. B:

(j c∑c. 24 (∑C.

O branqueamento se processa como no lanho r∑omum de ferrocinnureto _bromurcto. La vnm_sr depojs as cÛpivs, iutrocluzindo _as em seguida, 2 ou 3 vezes de 4 a 5 minutos cada uma, numa so_
luÁ„o de .·cido c∑loridrico a l %, cuja fun~„o È
opÙr resistencin fr formaÁ„o de um compo1to cb 111ercurio e gelatina . N„o se deYe aumentar o teo1∑ elo ·cido, para n„o produzir bolhas . Depois dr
∫∫- ˙ltima Jayagem, hanha _se a cÛpia na cU1$sira
lu~„o ele sulfureto ele sÛdio.
Esta viragem ao mercurio, tem o dom ele :rn_ 111entar o contraste da cÛpia. …, portanto um pro _ ,∑esrn vanta_joso, quando se deseja obter <∑Ûpin, vigorosas de um negativo fraco. Nos dem:iis ensos, para evitar um excessivo contrnste, cleve_se di_ 111inuir o tC'mpo de exposiÁ„o, preferi ,∑elmente :1 duraÁ„o ela re,∑elaÁ„o. Esta deve ser ro1i<tantC'. Para o tom mnrron_negro, pode _se reduzir a ex_ posiÁ„o em 7/10 do normal. Antes de virar, den _ Ee tambÈm deixar E(lCa1∑bem as cÛpias. Os tom ser„o assim mais pinos e as soml11∑ns mais tr:111~parentrs e melhor modeladas.

-5-

EXCURS√O ¡S TER1MAS DE S√O BERNARDO DO C~MPO

O Foto -Clne Clube Bandeirante continua a .proporcional"' aos seus associados 1nteress-antes ex.cureıes aos pontos mais pitorescos do Estado. Cessados os motiV03 que, durante a guerra, tanto dificultavam Í-sses passeios - a falta de ,tvansporres o principal dÍles - jil agora, periodicamente, os "bandeipantes" podem sair, na. alegre camarada-gem sempre ∑ pr.edomlnante em todas as suas reuniıes, para ir busca .r, fÛra. da ca .pital, motivos para seus trabalhos de fotografia e, de uns t,ernpos para c·, de cinematografia amadorista.
Urna das ultimas reuniıes, de que os participantes guardar„o saudosas recordaÁıes, d-!>u.∑se na wntigua loca'idacle de S. Bernardo do caivpo .O Dr. Eneas Oesar Ferrietra, um "gentleman" que se desdobra ,em homem de grandes e louvaveis iniciativas,
possui, ali, um encantador recanto, a que denominou "Termas de S„o Bernardo 11 ∑ Para conhecÍ-lo ,e a esplendida agua radioativa que emana de duas fontes naturais, quis o Dr. EnÈa ∑s convidar o nosso C'!ube num requinte de1 gentileza que n„o soubemos como agradecer. Um confortavel Ù.nibus especial, ∑ posto · disposiÁ„o nossa, a que se seguiram alguns carros pai t!cular,es de consÛcios, transportou a comitiva, em poucos minutos, ·s Termas. A-s -atenÁıes do anfitri„o e sua exma familia - de que j·. vinhamas tendo um prÛlogo na amavel -2 simpat!ca companhia que nos fez durante ,a viagem s-eu filho, Dr. JosÈ Bonif·cio
Fe-1reira - cumularam desde a chega.da. Um confortante cafÈ, a visita ·s font-es, passeios
pe:os arredores e, apesar do sol se obstinar em diminuir

o brilho da reeepÁ„o, mantendo-se encobe.rto toda a ma. nh„, os primeiros film~ foram logo ut!l!zados. Depois, o almoÁo, esplÍndido e intimo, debaixo de umas ,arvores convidativas, finalizando por uma 5audaÁ„o, · cha1npanha , do Dr. JosÈ Bonif·cio, em nome d;, seu pai , a ,que resµondeu o nosso presidente .
Enfim, utn domingo inesquecive: e que todos desejariam vÍr repetido.

lnstanJanecs

AtÈ agora n„o recebeu o Clube ne.n/huma comunicaÁ„o da Prefeitura. sobre a ıisputa, este ano. do "PrÈmio Anchieta ". Ser· que n„o teremos, em 1946 , o interessante concurso em t.„o boa hora instituido pelo insigne prefeito Dr. Prestes Maia? Seria pena.

-0--
SÛ agora, quando j· dever· estar- em plena r<-alizaÁ„o o sal„o deste ano, È que recebemos not ici.as

do resultado obtido pela representaÁ„o do Clube ao

VII Sa' „o Internacional d~ Detroit , Estados Unidos,

no ano passa .do. Dentre os trabalhos remetidos , tive.

mos 11 aceitas , de 11 concorrentes.

-

Um

bom

resu

∑1 ∑

!ado.

--o--

Em virtude da falta de material fotogr·fico, j· h· dois anos qu-? o nosso estimado ∑;izinho, o Foto Clube do Parana . onde ,existem muito bons amadores, n„o participa do nosso Sal„o Internacional d& Arte Fot01:r·f!ca. Este ano. porÈm, espera-se que esteja pre-
--- sente, ao lado do F. e. Brasileiro, da Soe. Fluminense
de Fotografia e do novel F . e. EspÌrito- Santo , qu<' j·
prometer~m concon∑er.
Nada. menos de 70 trabalhos foram inscritos no ultimo concurso interno sob "tema livre ", relativo ao .mÍs d;, julho. A continuar nessa ma, cha , em breve n„o teremos mais paredes, na sÈde social, onde ,expo-∑o:;.
--o--
Para selecionar os trabalhos que dev er„o compor sua representaÁ„o ao nosso V Sal„o Internacional, a 1eal zar-se proximamente, o Foto Clube do EspÌrito
--- E:rnto organizou um sa '.„o preparatÛrio entre seus
tÛcio3. Mais um motivo para os amadores paulistas n„o se descuidarem . ..
Sempre foi desejo do nosso Clube promO'Ver exposiÁıes de fotografias nas principais c;d-ad.es do int<,-
rior do Estado. A idÈia ainda n„o ro; levad‡ a efeito
i:ar falta. de tem,po · Diretoria paTa acrescentar essa as j·. trabalhosas ativid‡des sociais.. Que o campo È <spl<ndido para isso, prnw-o o fato- de exposiÁıes ind:viduais, corno as qu-e reallzo-u o fotÛgrafo- amador sr. Sebasti„o de Car'Valho I.;eme. em Marilia, terem resultado um Íl<ito extrao∑rdlh·rio. ;Basta que se diga QUJ a mostra foi exiblda duas vezes, na mesma cidade: pr meitamente no sa∑„o nobre- do Marilia Tenis Clube e, depois, na B!bll&tÈea Pu blica local. ' Fazemoo vetos para que a iniciativa se repita .em outras local!dad:s, ta!s sejam , campinas, Ribeir„o Preto , Piraccata, Arara.guara. Baur˙, etc. , onde o n˙mero de amadores È grande.

Os excu rsionistas s„o recebidos na residÍncia particular do Dr . EnÈas Ferreira, em S„o Bernardo
Num;i. das fontes h i,lro . minerais, o propriet·rio das Termas e o Presidente do F . C. B. distribuem ·gua.
aos visitantes
Flagrante a pa n hado durante o almoÁo com que a famÌlia Cesar Ferreira obsequiou os "bandeirantes".

-6

VSal„oInternacionadle Arte PilulasCianidricas

Fotogr·ficade S„o Paulo

J· foram tomadas pe la !Diretor ia do FO∑ TO-CINE CLUBE BANDEIR;L~TE as ∑)ri∑ meirau providÍncias no s∑dntido de realizai', no prÛximo mÍs de deze1ribro, 0 V Sa l„o l n ∑ te, ∑nacional de Arte Fotogr·fica de S„o Paulo, certame que j· se impÙs de mane ira afir∑ mativa ao conceito do p˙blico naciona l e que conta no extdrior com o apoio valioso das agremiaÁıes congÍneres.

Assim, È com satisfaÁ„o que podemos adiantar a participaÁ„o dos mais l'enoma d os foLÛgl'afos d a Argentina, Urug u ai, Eetados Unidos, Ing laterra, Portuga l, Canad· e, p!'o, vavelmdnte da India, Austra _lia e naÁıes eul'opÈias onde a fotog 1afia pictÛrica possui in˙meros cultores.

As inscriÁıes para o V Sa l „o j· se encon ∑ tl'am abertas, podendo concorrer fotÛgrafos amadores e profissior..ais, com trabalhos de qualquer tema e processo de laboratÛrio, com 'exceÁ„o de fotografias colod d as ‡ m„o, sendo limitada a 1 O trabalhos a participaÁ„o 'dos concorrentes do Brasil.

Aos residentes no Interior do Estado ou em outros Estados do PaÌs, È dispensado o boletim de inscriÁ„o, sendo suficiente a remessa de uma relaÁ„o cont~ndo o tÌtu lo das fotografias, nome e en d erÍÁo do autor, ,bem como a import‚ncia de CrS 10,00 9a(ra cada foto enviada. As ampl iaÁıes d ever„o ter o mÌnimo de 24x30 e o tamanho m·ximo de∑ 40x40, sem montag∑<Jm, qu ando se trata!' de concorrente de fora desta c‚pital.

As inscriÁıes e recebimentos d os traba∑

lhos encerrar~∑se-„o, impreterivelmente,

NO

DIA !lO DE 8ETE~ I BR O, com tolBr‚ncia m·∑

xima de oito dias prj ∑a os concorqmtes re-

sidentes fÛra d e S„o Pau lo, desde que afÈ

aquela data comuniq u eui o respectivo envio.

Aos concorrentes res id∑,mtes em S„o Paulo, SP.r· fonrncido n rn rec iho, mediante o r1ual lhes ser„o devolvidos os trabalhos, u ma vez encerrado o Sal„o. Aos d emais, a devo∑ 1uÁ„o ser· feita p∑do correio.
A cada conconente ser· comun icado o 1/e∑ snltado alcanÁado por sua, contl'ibuiÁ„o e enviado um cat· logo do Sal„o.

As casas esp 'Ècializridas da Ca∑Jital j· est„o fornecendo aos into _'essados os boletins de inscriÁ„o e a S".:,cretaria do Clube, ‡ Rua S„o Bento 357, l.o andar, atender· com o maior prazel' ‡s consu ltas que lhe forem ÈndereÁa∑ das.

O Vaccari, depois de muitos cuidados e in˙_ merns l'.onselhos, rcsoh-eu adquiTir um fotÛmetro parn aperfei~o,u as qualidades tÈrnicas de suas foto s. De posse do "maraYilhoso" instrumento , iniciou o exame das l nas qualidades e 11Ísse se11_ lido suhn,eteu _o ‡s mais variadas pro,-as de luz. Demon~trando absoluta "regularidade" no fun _ cionamcnto, o fotÛrnetrn limito ,t1-sc regi , trnr {1s ,eguintes condi~ıes: luz muito forte -- f / S ('0111 :50; - luz nn~ito frara f / 8 ('0lll 50; - 11u,∑c1u :nuito el:trns - f /8 com 50; interiores co111tu11a fotof lood - f/8 com fiO... SÛ por "piada". pN guatcni ao Vaccari como vai o f/8 com i\O.
-//AquÌ entre nÛs, j(t s„o bastante conhecidas as '∑ esgan1Áıes" de vanos amigos: assim, temos as do Dino e Nuti; as do digno presidente; as do nosso Serret.:Ìrio; as do La~1re'i1t, etc. Todavia, a n,ais rec ente "fome" È a do Yalenti. Os caros to _ 1<'.gas possi˙dor es de auto movcl, c;uando em vi sita
-- ao Clube, entontram na pessÙa do nosso ilm :tre
"profirnio11al", um "dedicado compa11heiro".
0 "ChÍ" yj,-c implorando para n„o ser publica _ do nestn ('Oln11a, aquÍle "famoso" caso da "ilti_ ,ninnc;„o", pnssado no CanindÈ ... Como o espaÁo
--- r, limitado, n„o podemos divulga _lo com todos os
dehllJ1es e o faremos em ocasi„o oportuna.
Todo mundo fala em "recnlques", express„o da atualidade e objÈto das mais acaloradas distus_ ,ıes. AquÌ no Clube, estamos registrando alguns, rle~c1c a "rÈlehrc" excurs„o ‡ cidade de A tihaia. ∑J<..xistcm uns .;1egativos "ArquiYados" (infeliz _ mente os autore s n„o J)Odem diYulgm∑ as :rn1plin.
--- ~’P∑∑) e i~to o, Yem trazendo em profundas cri_
Prs de "nh:itim!'nto" .
A rira taÁn de prata que o Nuti ganhou em TrÍs Arrorns, f'm J 945, thegou finalnff'ntr. J<'oi a1111nciaclo no quadro do Clul: c que o 11o~so Tesourei, o iria ofcre('Cl' urnas garrilfas de d1am _ panha, pnra Prrcm l∑ehidas 110 UofÈu. ∑l\,Ìa. , qual! O c:uc saiu foram uns gu:irnn:Ìsinhos muito chiL
ChM ...
CTA.\"TDHO
O nosso quadro social foi aumentado com a admiss„o dos seguintes aficionados da fotografia e da ci. nematografia . amadorista: - Matriculas ns. 246, Her. culano V. F. Pena; 247, Allen H. Lest~r; 248, Armin Carlos Mul!er Caravelas .;249, JosÈ AnÌbal Marcondes Machado e 250, Jo„o de Aquino e Castro.
Pedimos vÍnia para destacar, dentr ,~ os ilustres ncmes acima, o da figura veterana de Anibal Machado, decano dos rcporteres da Imprensa d~ S„o Pau-
lo , nosso confrade do "ESTADO D~ s . PAULO" , onde
dirige a apreciaÁ„o secÁ„o "O ESTADO NOS ,1\IUNI. CIPIOS". AnÌbal Macha<io, que È tambem um habil fotÛgrafo, procurou, <espontaneamente, o Clube para dÍle fazer parte, o que sobremodo nos honra.

<> Aper f e i<:O<∑ s>e na arte fotografica, partic ipa nd o !los co 1~cu rs!).s i nter n os do Cl ub e <>

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LABORATÛRIO

SÛcio correspondente em Nite r Ûi

Os papeis en1 clorobrometo, t„o pouco usados entre nÛs, tem a ,c∑ara,c:teristica principal no fato de, por simples 1"erelaÁ„o e s.em qualquer vir.agem p¸!Sterior, poderem proporcionar um'l grand:- quantidade de tons agradav ,eis, desde ∑O preto-castanho atÈ ao sanguin-eo.
Estas mndif1,caÁıes d2- tonalidade se obtÍm sobreexpondo-os e revelando-o, ,zm segruida, num revelador de aÁ„o tanto mais lenta, ∑quant-o mais ∑ quente o tom de-sejado.
A principal causa de insucesso, na utilisaÁ„o destes papeis, est· no d-e,sacırdo entre o tempo ,de expo,siÁ„o e o de re-velaÁ„o. Si o negativo for bastant e contrastado, pode--se prolongar a sobre-exposiÁ„o, obtend0-se cÛpias de boas qualidades; com um negativo sem contrastes, o prob'ema se torna mais dificil, pr:ncipalmente para s-e atingir tons v?zinhos ao vermelho.
O "Bandeira nt e" no exterior
Segundo nos ante,cipou, e1n gentil cmnunicaÁ„o, o nosso prezado amigo e ,sÙcio honor·rio do Foto-Cme Clube Bandeirante , sr. Alejandro C. Dei Conte, diretor do "CORREO FOTOGRAFICO SUDAMERICANO", mais uma vez coube ,a um ∑ cronsÛcio conqui∑star o prÈmio destinado "· melhor fotogTafia estrangeira", no Sal„o de Tres Arroyos. A ,taÁ· de prata, que em 1944 foi conquista,ct,a,,por Thom,as J . Far..kas ~ em 1945 por Angelo F. NrJ.ti, Íste ano 1ser„ conf ier.ida a Jose V. E. Yalenti , nosso vice-presidente e figura de destaque no meio amadori-sta . brasil'eiro. Angie]o F. Nuti e Carlos F. Lato∑ne, o benjamim dos fotd -expositore.s -de no:.so Clube, ob>tive,ram "menÁıes honr ,o:sas".
--o--
Novas provas de que o∑ Clube continua a .tier- r-ep-ercus∑s„o das maiores no exterior, chegam - nos diariament-e. No ,correr do mÍs de julho , nada menos d'E! 5 re'vistas especializadas em fotografia, de v„rios paises da Europa - ∑com que sÛ ia.gora, apÙs guerra, È que -com~Áamos a ter -contato mais eistreito - -enviaram-nos exempnares ou nos comunicaram terem divulgado ,a noticia da :ri~.aIiziaÁ„o de nosso prÛximo Sal„o. S„o elas as seguintes: ..:.... 41Foto, de StocÙlmo , EuÈcia; "Photo Kind Ama.teur" , de Lausane , Suissa; "Camera", de Lucerna, ,Su1ss,a ; "The Lens ", da Sociedade Fotografica da Ip·nda, qu~ tambem nos nviou o bem confeccionado cat·logo de seu ultimo Sal„o , e "Picturing to da.y'', uma excelente publicaÁ„o ilustrada. de Londres, com magnifico serviÁo gr·fico e farta matÈria escrita.
--o--

Na ultima r,~uni„o da Diretoria , po1∑ proposta do dr. Eduardo Salvatore, presidente do Clube, foi nomeado sÛcio correspondente, em Niteroi, o sr. Jayme Moreira d-e Luna, vice-presidente da Sociedade ~lu ... minense ,e alto ~lar da fotografia brasileira.
A distinÁ„o conferido ,ao sr. Jayme d?- Luna, ao mesmo tempo que ,significa. uma prova de reconhecimento do nosso Clube ao dlstinto colega que tanto tem contribuido para o entrelaÁamento -de rrelaÁıes entre as dua.s 'SOCi∑eda.des irm„s, pr ,eenche uma lacuna que era ai falta de um representante direto do "Bandeirante" na capital fuminense.

FOTOGRAFIAS DO BRASIL

"Am 1·r1ica La.tina", publicaÁ„o editada em castelhano, na Suissa, para divulgaÁ„o das <:oisa,s Iatinoamericanas, acaba de dirigir ao Foto-Oine c:uhe Bandeirante uma atenciosa ca ,rta solicitando a cess„o de
fotografias do Brasil para serem nela ins'f"rtas.

O noss ∑o, Diretor Fotografico,
Martins Ferreira, est· incumbido de trabalhos dÍsse gÍnero, que amigas quizerem nos Ced?r para

sr. Francisco

B.

de reunir a coleÁ„o

os ∑sÙ-cios e pessÙas

tal fim.

ESTATUTOS E
REGULAMENTOS INTERNOS
Est„ sendo imp .resso e ,en1 breve ser· distribuÌdo aos sÛcios um folheto contendo e>s novos Els∑ta.tutos do Fo-to- Gine Club~ Bandeirante, ia.provados nai assemblÈia geral extraordinifria d 29 de de,zembro de 1945 e sanicionados pelo Departamento Estadua1 d~ Inf,ormaÁıes, tendo sido, r.ecentemente, registrados no CartÛrio de Titu~os do 'J."'iabeli„o Arruda, ,como ,exige a lei.
NÍs .se mesmo folheto, ser ∑„o insertos os regulamentos dos conoursos internos ,::- do laboratÛrio, oarr..ara escura e "atelier" do Clube, que receberam pequenas modificaÁıes, aconselhadas pela pr·tica e consequente:::, das 1alter'aÁıes estatut·rias 1 tendo sido ,aprovadas ua ultima reuni„o do Conselho Deliberativo, realizada em 17 de julho passado.

Os nossos foto-amadores est„o se tornando conhecidos em todo o munc:io. Sem falar no quanto a ac2i taÁ„o dos trabalhos de sÙcios do "Bandeirant ∑:'" nos maiores salÙes da Europa e do Continente contribui para o renome da arte fotogf·fic ,a brasilei.ra, ha o fato, bastante -sintom·tico, de 'S:r raro o -cat·logo dÍss,es certames q'ue n„o r,e,produz pelo menos uma das fo-tografias por nÛs enviadas. E, ,agora, tambem as r2vistas especializadas comeÁam a dest.acar alguns dÈsses tr-aba∑hns. AlÈm do nosso j‚ familiar '∑CORHEO
FOTOGRAFICO SUDAMERICANO" ' de Buenos Aires , que periodtcamente insere uma ou ,outra foto brasileira ali exibida, temos noticias recentes de que "SOMBRAS", publicaÁ„o esp,ecia'.izada de Madrid, Espanha, publicou dois trabalhos de nossos associados, que figuraram no ultimo Sal„o de P,ortugal: - "Tranquilidade", d,e Gaspar Gasparian, e "Viandante", de Plinio
S. Mendes.

O D. E. I . fi1mou a vfaita. do F. C. :S. „s Termas de S„o Bernardo, incluindo-a no seu Jorna l Cine m ato gr·fico n. o 24 que ser· exibido em alguns dos nossos
p r incipais cinemas



RUA S . .BENTO, 357 - l.∫ :Andar - S. ,P'AUL0 - BRASIL

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