Boletim Foto Cine Clube

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11,∑tt∑.(J;11(eJ,,.1,ella111lelra11te

S . PAU LO - BRASI L

∑ NOVEMBRO - 1946
~-

BOLETIM
N.0 7

BROM ” LEO
J'u/Z,ncio dc Darros

∫" 1.'f111 ilu1<tn.,

*
111c1,1bro8do Fo/u

Ci11c Clube

Bandeirante um ~crio dcvcr a cu111prir: pral icar e

i11crnl-ivar a pr·tica do proc<'sso "BromÛl<'o".

Com a terminnÁ„o da guerra e esperan,as de r˙pida 11orn1aliz,~,r.o do comÈl;'cio internacional, È ∑c1c esperar que tenli:uuos em brc,∑c copioso material fotogr:t fico, inelusi, ∑c o cspel'ial para hromÛleo. E o ineontestr1, ∑el prestigio do Clube, firmado galhardamente atra, ∑Ès de seus rnagnifiros "Salıes de Arte Fotogr·fita", est· a redam:n ele 110,rns amadores um passo l fre11te na ('Onquist· ela Arte. M.eU10res trofcus do que simples bromctof. Sem intcrprcta,„o, isto È, sem a inten∑en,„o pessoal do autor na exec∑uÁ„o de seu trabalho, cspctialmente na sua fa;e final - a cÛpia - a fotografi:l dificilmente poder:', a kan,nr o seu almejado idPal, que È ser um 1nocesso de Arte. Por mais perfeito que seja, tecnil'amente, uni negatirn, ‡ sua cÛpia fiel, ‡ sua reproduÁ„o 1mrament e fotogr˙fica, faltar„o quasi sempre as qualidades que constituem uma obra ele arte. N„o ha d˙vida que a intcnen,„o do autor comeÁa na tornada do ncgati\'O. E aÌ se YÍ a . sua habilidad e e segura11,a, na es('olha do assunto, da ilumina,„o, do momento mais oportuno, ou no arranjo elas linhas e na disposiÁ„o dos rn lores. ::\fas o grande trahalho pessoal elo fotÛgrafo sÛ se consuma, realmente-, na execuÁ„o da cÛpia positiva, que È, cm ˙ltima anÌtlise, a fotografia, o trahalho pessoal elo amador, que nli ser apreciado por suas qualidades 011 defeitos. … nesta que se realiza a corrc,„o dos defeitos do ncgatirn, 1,eja durante a pigmcnta<;„o ou "entintagcm", seja clmantc a sel'agem, pondo-se em Yalor a ¸leia que Íle representa.

O:a, a possibilidade de contrÙle pessoal no nroccsso l'omum de hrorneto È quasi nenhuma; ao J>llSSO (jlll' os !)l'Ol'CSOS de arte - goma, prol'CS30 a olco, l∑t∑omÛlco - permitem uma inten∑cu,„o direta, ~egura, <∑Ùmocla e efit˙s.

Tem o 'BromÛlco sÙbre os outros a inestimavcl

,∑autage111 de permitir o trabalho em ampliaÁıes e

,e∑ dcstnl'a elos processos comuns por estas razı2s

fundamentai∑: l.") - heleza da matÈria pigrncn-

t:'tria; ~.∞)

fatilidacle ela inten∑enÁ„o pessoal,

complcb e segura; 3.") - inalterabilidade ah-

soluta da imagem; ±.∫) - possibilidade de ohfrr-

so cÛpia, diretamente, de qualquer ('‘r ou tonali-

dade, sem Yirngeus ou outras complicaÁıes; .,.0 )

- proces~o atraente e agradarei, executado i

luz, e sem os int011venientes de c‚mara escura,

etr.; 6.0 ) - possibilidade de transportar a foto-

~rafia para papeis de gran,ra, apresentando -sr

ent„o com os pretiosos earacterÌstieos q_ue com-

pletam , su~ beleza ∑: re 1e,∑o e modelado, 11on1ue

a imagern passa para a superfil'i~ elo papel que

n„o sofreu nrnnipula,ıes e nada perdeu de sua,
∫∫ nre<"iorns qualidades; os brai1('os s„o 1mros,

pretos Yigorosos e profundos, a imagem perfeita-

mente mate, <∑Orno uma Yerdadeira gra,∑ura. Xo

penultimo "Ral„o" - ele 1944 - tfrernos opor-

tunicbde de apre('iar exl'elentes bromÛleos, de fn-

tura perfeita e rnra beleza, nos trabalhos "Lands-

cape" e "Morning Mood" apresentados por Oli-

,∑er J. Berg, ele Chi('ago, n s. 29 e 31 do cat:Ìlogo

e " ,_\nrora", n. 0 J 62, helissimo transporte, d2

Ieidoro Kitzler, de Buenos Aires.

O maior elogio que se pode fazer ao prol'cs,o, È o que dÈ\le disse o eminente artista IIcctor Cola rd; "'l'el qu 'il est aduellemenf, le proc∑ÈdÈ a l 'huile m 'a reconciliÈ arcc la photographie que j 'acc∑usais d 'incapacitÈ artistique relati\"e. II pcrrnet de s 'exprimcr, ‡ c∑ondition qu 'on ait quclquc chos e ‡ clil'e. C 'est mi Risorgimento, c∑ornme on dit en Italien. H est donc rnaintcna11t possiMe de pruduire des ocuncs cl'art pur par le moycn de la photographie" .
(Contin˙a no prÛximo n˙mero)

-2-

Foto..CineClube 91 %ta do C}Y/Ís Bandeirante



O Sal„o Internacional de A1∑te Fotogr·fica de S„o Paulo passou, Íste ano, por u1na r,.-rdadeira "prova de fogo" .
Com efeito, longe de se atenuar, com o tÈrmino da

guerra, como eran1 nossas esperanÁas, ainda nrnis se agra-

L abor atÛri o e c‚ma ra escura vou, dll('rante o ano que finpa, a crise de material fotogr·-

para apr endizag em e ap erfe iÁoa- fico, influindo decisivamente para a menor 'produÁ„o dos

mento.

cultores da arte a que nos dedic~mos. E d.e tal fÛrma se fez sentir essa carÍncia, que 1notivou a transferÍncia para



o ano que vem de dois dos mais antigos e tradicionais salıes intcrna .cionais sul-americanps, de um dos quais, o de Con-

cÛrdia, recebÌamos todo o ano abundante contribuiÁ„o, gra-

Sa la de leitura e Bibliot eca es_ Áas ao sistema de interc‚mbio, por meio d e mn circuito esta-

pecializ ada.


belecido entre o F. C. B. e aquela agremiaÁ„o, com a colabo1∑aÁ„o de outros salıes da AmÈrica Latina.
Por outro lado, 1notivos de ordein in ,terna, levaram a
Photographic Society of America (P. s. ¿.) a n„o promo; rer,

Ex cur 3’es e concur sos mensais Í stC' ano, a remessa coletiva dos autores norte-am .ericanos,

entre J S sÛcio s.

<∑anadcn.ses e 1nexicanos ao circuito sul-americano, privan-



do-nos de abundante e selecionada contribuiÁ„o. Tudo isto Èra 1notivo de apreensıes e conspfrava C(ln ∑
tr .a a realizaÁ„o do V Sal„o Internacional de Arte :Fotogr·-

Particip aÁ „o no s salıe~ e con- fica de S„o Paulo , cujo pr estigio e renonH'1 Èra assim subme-

curso s na cionais e cxt ra ng ei.ros. tido a dura p1∑ova.



Entl'etanto, o encerramento das il1,scriÁıes , a 15 de outubro p. p., trouxe-nos uni resultado alem 1 de nossas me-

llwres expectath 1as e o maior Íxito do Sal„o, desde a sua

Int er c‚mbio const ante com as in s tituiÁ„o.

sociedad es cong Íncr es do paÌs e

Esp011,taneamente, acorreram ao nosso certame, cerca

do ext erio1∑.

de 300 concorrentes, dos quais exatament e a metade provindo s de paÌs e s estrangeiros, entre os quais 1nuitos que



pela primeira vez participam de um sal„o sul-ame1 ∑icano, como Cuba, Portugal, Holanda, etc.

DEPARTAMENTOS: Fotogr ·fi co Cinem atogr·fi co

As dificuldades que ainda r e ina1111 nas comimicaÁıes cmn terras 1nai s Iongiquas, seja a Austr·lia, por exemplo, que d es de julho nos participava, pelo seu Adelaide C'amera Club, que iria mandar '-nos uma representaÁ„o, seja a prÛ-

Sec Á„o Feminin a

pria Inglaterra, de que tan1be1n recebemo s u1na comunica-



Á„o, vinda do famoso Sal„o de Londres, da remessa de, certamente, e xc e lentes trabalhos, 11„o p e rmitiu que todos

Ísses 300 autores tive s sem suas fotografias submetidas ·

Cr$ comiss„o de seleÁ„o. Esp eramos , porÈm . apresenta-las fÛra

Joia de admiss„o . . . . . . . 50,00 de seleÁ„o.

:∑1ensalid ade . . . . . . . . . . . Anuidad e ( recebid a so_
mente no s meses de ja_

20,00

Cmn todo Ísse cont1∑atempo, · data acima mencionada, figurava1n nada 1neno s de 149 autores e s t1∑angekos, co1n 528 trabalhos e 117 nacionais, con,, 497. Um total, portanto , de 266 _aut_ore s com l.025 fotografias, isto È, a maior co-

neiro a marÁo de ca da

labomÁ„o j· recebida pelo Sal„o.

ano )

200,00

Tal resultado diz, expressivamente, do alto conceito

em que È tido o certame paulista - o maior tÌtulo de glÛ-



ria do nosso clube - e traz-nos, definitivam e n.te, uma , 11osiÁ„o de relevo dentr e os e111ipreendimentos congÍncrcs elos

Os sÛcios do int erior e outros mais adiantados centros culturais do mundo.

E stado s e da secÁ„o feminin a

Cumpre-nos, pois, manter para o futuro essa posic„o ,

gosam do desconto de 50 % .

conquistada g'l∑.aÁas a esforÁos e dedicaÁıe s . E, para isso, neces s·rio È que os nossos a111adores continuein a traba.Jhar



e a se aperfeiÁoar, n„o dormindo sÙbre os louros da vitÛria, n„o se entregando ao marasmo que tanto mal tem feito ·

incipiente arte fotogr·ifica brasileira, n„o se convencendo, R. S. BENTO , 357 - 1.0 AND. e1˙im, que j· atingiram · perfeiÁ„o. N„o! H· muito que

!;,. PAULO - BRASIL

fazei∑, aiu,da.

rfl

na pi·tica ∑

III
A TOMADA DE VISTA
Xiio È possin ,l fixor-se em arte, as leis ela composi~„o, eis que elas dependem, em grande parte, das tendÍncias artÌsticas da Èpo ca o t:imbcm da interpretaÁ„o pessoal.
Com isto, n„o quernmos, porÈm, distrair o fotÛgrafo do estudo das normas que em g Èral regulam a composiÁ„o, sem entretanto, iludi-los de que l:asta o f:Ìto de conhece-las a fundo pm∑a torna rem-EC artistas. Quando o fotÛgrafo conhcr∑cr bastant e estas regras fundamentais, si a sua educaÁ„o artÌstica lhe permitir produzir obrns com carncterfaticas nitidamente pessoais, podenÌ . ent„o, tah∑cz, atÈ deixa-las inteiramente do lado. A ir,tcrpretaÁifo pessoal ser· sempre uma p:ut ~ lmportm1 t issinw na composiÁ„o.
O :1rtist:1 fotÛgrafo dever· se preocupar sobretudo com a composiÁ„o do motivo principal, das linhas, dos \∑olumes, do equilÌbrio e das massa s l"uidaclc, luminosiclncle e variedade, s„o, como ensinam os mestres, os elementos essenciais para Ullla fotografia artÌstica.
A unidade, no quadro, È representada por um objeto, urna ideia, um motivo, sempre ˙nico. Este motivo clern resaltar de modo claro e explieito; eleve ser posto em cviclÍnci:i, e todos os outros motivos, lhe devem ser subordinados de modo a n„o atrair sobre si a atenÁ„o. Por i sto , niio <leveriio nunca wr representados com o me smo rn lor do_ objeto principal.
Um ohjeto, segundo o lugar que ocupa, perd e o˙ ganlrn interesse e import‚ncin. O ponto mai s f1∑ac-o do quad1∑0 È, sem d,'.cvidn, o contrn, e os mais fortes' sfio nqneles que distam das m:ngen s na, propor~„o do lx'.l ou 2x3 . E , te principio n„o rlc\'e ser seguido cÈgamente, mas podcl'˙ ser de g1∑:rnclc utilidacfo parn ohter-s e mnn compo si~:Ìo roneta.
O horiz”ntc elo qnndro n„o dever.:'t nnncn. encontrnr-se sohrc a linha de centro, mns prcferivcln,cntc∑ a c∑cn∑n ele um terÁo da rnnrgom jnferior fb romposiÁiÌo.
P:i l':I :1. nnicdnclc, t„o necessnrin paTa um l;om r:n:Hho, proc∑urnr-se -˙ evitar a si111ctTia, tanto 1ia r∑orn110RiÁfioda.s Jinlrns como nos f∑ln.roÍ


c:∑curos em torno de uma linha intermÈdia. ;E'arn tnnto, e para eYitnr que- se clistrai:i. a atenÁ„o, n„,o se eleve colocar nunca dois objetos do mesmo valor a uma mesma, distancia das margens . Assim, tambem, o fotÛgrafo de1'er:'L eYitar a colocaÁ„o elo aparelho no centro ele uma estrada ou exatamente de frente pam um edifÌcio, clevem1o-o fazer sempre lateralmente.
O maior cuiclaclo e a, m·xima atenÁ„o de,crfr ser dada, :Õ ilmninaÁ„o, pois È ela, cm fotografin, o mais importante fator do Íxito. Nas cÍnns ao ar livre, naturalment0, o fotÛgrafo n„o pode dispor das luzes, segundo a sua vontade. A hal:iliclade, pois, consiste em escolher o momento e n posiÁ„o mais propicia para a execuÁ„o do negativo. N„o existem regras fixas para a, escolha d0 hora; durante o dia, todos os angulos de iluminaÁ„o rn suceder„o sobre o objeto que nos interessa e, podemos assim, ainda que retornando varias vezes ao local, observar e calcular o instante mais . adequado.
Em ∑ geral, as primeiras horas da manh„ e as ultimas da tarde s„o as ma is aconselha veis. As sombras longas por„o no quaclrn manchas pitoricas dll lindos efeitos, o far„o resa ltar as luz0s Yigororns por pouco que a posiÁ„o elo∑ apm∑elho seja movida laternlrnento ou ligeiramente rontrn luz. Com a c-umpliridacle generosa da luz, encontramos contrastes felizes, relevo, profmrclicladr, nrabcs cos brilhnntes sobre o fundo de meias tin ta s, que dar„o :10 quadro efeitos sugesth-os e inesperados.
Quando a posiÁ„o do sÛl fica dirÈtamente 1rns costas do fotÛgrafo, a iluminnÁiio do quadro rc sult:u· chata, sem sombras e portanto sC'm rnlevo, pelo que devf' ser evitada .
Na fotografia paisagÌstica, a perspectin line:u que È a que d· ideia da distancin com n gnidual_ reduÁ„o no tamanho das cousas, r, obtida muito bem com o emprego de uma objctini de fÛ~o n„o muito curto; a perspectiYa aÈrea, porÈm que nos d· idÈia ela distancia com a gradual diminuiÁ„o das tonalidades e cÙres, È obtida usando pel'iculas ortocrornaticas, com o emprego dr filtro amarelo, devendo-se tN mu ito ruidndo num tempo de pose exalo.

4-

  um graYe cl'ro dinfrngnrnr denrnsiadnmcnte, porque deEsa manein1 se aumenta a nitidez ‡os diversos planos, cousn que, si È necessiiria na fotografia document·ria, deve ser entretanto, eYitada na fotografia artÌstica, para n„o prejucErar a perspectiv{l, aÛTea. Assim tambÈm de,'e-se fugir das exageradas aberra~ıes elo chamado "flou", que tiveram j:Ì sua Èpo:a(I.
M1f'ita cousa tel"inrnos ngora a dizer sol:re o retiato; entretanto, para n„o nos alongarmos em demasia, 1imit:u-nos-emos :1, alguns traÁos princ-ipais. O estudo do retrato È muito c1ifiril, rna~ È, certnmente o que nos rese1Ta 111niorsoma d-~ sa-∑ tisfoÁıes,
Antes ele operar, o fotÛgrafo dever:, estudar atentamente a personn licbclc do modelo, ntravez rxprcss„o do rosto e ele mas atitudes hn bitm¸s. O fotÛgrnfo cl'everri in t erpretar Pssa persmrnlirlade; a nnturalic1ac1e ela atitude e da express„o do rosto s„o os pontos b·sicos do retrato. Cabe a nÛs, fotÛgrafos, saber esrolher na mobilic1ac1e das expressıes ele um rnsto, o instante preciso e mais apl'Opriac1o p:ua 1∑etrntaT aquela personalidade, O artista deven't ainda idealizar o sujeito: uma lwrmo,¸osa e apropriada iluminaÁ„o contrihuir:Ì. eficazmente 1,:ua a idealizaÁ„o c1::tfigura, rnqu:mto que :i luz mal c1istTibuida poder· pTejntlica-1:i, A distrihuiÁiio equilibrada ela luz exercer.˙ tmnbÈm, grande ' influÍncia no tempo de pose e, consequentemente, sobre a pliisticn elo retrato,
N„o apenas cm rasa ou estuc1io se poderiio ohter Ûtimos rcsult<tdos, mas tambÈm ao ar livre, onde o fotÛgrafo J)Oclcr(1. fazer largo uso do8 instantaneos, rom grande vantagem para a cspontmwidacle ele atitudes e expressıes. X est e
rarn, teremos porÈm, por YCzes, luz muito al∑ undante e Yl?rtiral e, na s01nl∑rn, as inrngens resultar„o chatas, sem r ele\∑o, Vice-Yerrn, com unrn iluminaÁ„o suave, p_. ex,, ao entardcrer, o fotÛgrafo exper¸mte podcrn ohter efeitos inter essantes e mtisticos,
Coneluimos rstas lll"e,,rs linhas sobre o retrato, rccomendando nuo aproximar nnnra, demasiadamente, o aparelho elo assunto, afim ele evitar-se as reprova veis c1idorÁıes e deformaÁıes; ter frmpre a preocupaÁ„o ele n„o colocar as pernas do frente para a ol,jetivn, pois nesse cno, e.las ndquirir„o urna de<pToporÁ„o em relaÁiio ao cmpo, CniÁlado cspeci1l merece o ∑difieil estudo elas rn„os, porqne elas poileriÌo aJTuinm∑ o re.tr:ito, rsprcialmcnte sr fignrnrcm muito para frrnte.

Y ALENTI - O destacado amador b;-,ndeirante quo, recentemente conquistou o premio destinado · "me. Ihor fotografia estrangeira" no Sal„o de Tres Arroyos e o 2.0 premio no Concurso Interna'Cional de Fotogra"fias Esportivas, numa de suas atitudes c~racteristicas.

Por ultimo, È co1wenientc operar sempre com

a ohjetfra em sua maior abertura: evit::ir-se-fio,

:isc:im, clernasiada acentuaÁ„o nos traÁos elo mo-

delo. (No proxim,o n˙inero: "A revelae„o do negativo".) -

* VALIOSA DOAC√O

O estimado consÛcio e 111e1i'i.bro do Con-

selho Deliberativo ∑, sr. Gaspar Gasparian.

vem de fazer mais uma valiosa doaÁ„o ao

Clube, a ,qual enriqueceu sobremodo ,o seu

patrimÙnio.

Trata-se elo aparelhamento

necess·rio ‡

montagem do nosso estuelio e '∑atelier∑∑, ,que

se tornar·, assim, em breve, uma realidade.
*∑
AO-S FOTO-CINE-AMADORES

O FOTO-CINE CLUBE∫ BANDEIRANTE 1∑csponcler:Ì., ∑com pnzer, pelos seus Depn1-tarne11tns, qualquer consult:1 qne lhe fÙr dirigida, n„o s(, qnanto a mntÈrin concernente ‡s suas ati, 0 idnclcs, como tambem s˙brc a pr.,1ticn ela fotografia r cincmntografin nmadorisfa, recebendo, sem ÍOJll∑ promisso, rola horn,:5o pnra o seu BOLE'rIM.
CorrespondÍnÍia 1,ara a sÈde social, di1∑igida a FOTO-CIXE CL lJBE BANDEIRA~1'E ∑ Rn:1 S. Bento, 3R7, 1. 0 andnT, S, P,AULO BRASIL.
A sÈcle meia!, outrossim, nÍoll,erft srm11rr, pi-:1zeirns,rn1cntC', n visita de todo r (Junlqncr afi, cionarlo il:1 artC' ele D,1guÈne.

- 5-

V Sal„o lriternaci onal

Conforme notici·mos no ˙:timo n˙mero , encerrouse a 15 de outubro p.p. o prazo para o recebimento de inscriÁıes e trabalhos para o V SALAO INTERNACIONAL DE ARTE FOTOGRAFICA DE SAO PAULO, promovido por Íste Clube.
U trapassando as m<alhores espectativas. o certame m·ximo do Clube , correspondente a Íste ano, atraiu avultado n˙me1 o de concorrentes, quer do paÌs quer do estrangeiro, totalizando 1.025 trabalhos inscritos, para uma sow.a de 266 concorrentes, isto È, a maior coiaboraÁ‚o que J· teve qualquer sal„o da AmÈrica do Sul.
A comiss„o do seleÁ„o, nomeiada pela Diretoria e ccmposta dos srs. dr. Ben 2dito J. Duarte. dr. Eduardo Salvatore e Pedro J osuÈ, logo apÛs aquela data iniciou cs seus trabalhos, que se prolongaram por todo o restante da quinzena, e, depois de atento e cuidadoso exame de cada uma das fotografias inscritas, concluiu por admitir o total de 329 ti-aba'hos, de 146 concorrentes.

DÍsse total, 143 fotografias s„o de autoria de 49 autores n9.cionais e 186 de 97 autores estrangeiros, resultado sobremodo llsongeiro para a fotografia artÌst ica no Brasil, em face de que entre os fotÛgrafos do exterior, figuram os mais afamados artistas do mundo.
Ali·s, deve s,er consignado o fato, tambem muito auspicioso para o FOTO Cll'tl;; CLUBE BANDEffiANTE. de quq o se u Sal„o de 1946 abrigar· representantes de nada menos de 18 palses, a saber: Argentina, Austr·lia. Belgica, Brasil, Canad·, Chile , Cuba, Dinamarca, Equador , Estados Unidos , Holanda, India, Inglaterra, MÈxico, Portugal, SuÈcia, Tcheca-slov·quia e Urugu·i. E isto para um Sal„o que somente h· 3 anos vem tendo o car„ter internacional!
o sa∑„o dever· ser inaugurado num dos primeiros
dias do prÛximo mÍs de dez !:m: bro , na "Galeria Prestes
Maia", · praÁa do Patriarca, e, por certo, alcanÁar· o
mesmo Íxito qu.e tÍm caract er izado os certames anteriores .

O CONCURSO DE SETEMBRO
Dando oportun:dade aos socios para apresentarem a.s fotografias qu er.obtÍm durante as excursıes do clube ou nas outras diversas ocasiıes Que se- lhes apre∑ sentam~ os concursos inte1 nos sob "tÍma livre" reunem !-l'mpre grande n˙m~ro de trabalhos. O dÍste mÍs n„o fugiu u regra e not·mos uma acentuada melhoria na qualidade arti~tica dos trabalhos inscritos , dentre as diversas categorias em que se divid∑:m os concorrentes.
Dentre os "Seniors", por exemplo, JosÈ Yalenti exr:Ùs "Recreio Mat ina l'' (n. 0 13), ob1a que r ecentemente obteve o premio corr<aspondente ‚ "melhor fotografia estrangeira" no Sal„o de Arte Fotogr·fica d e Tre3 Arroyos, Argentina. "Aeromodelismo" (n.o 11J, tambem de sua autoria, destaca-se como um dos mais sugestlV03 do concurso, pe:a originalidade " expontaneidade do tÍma, a)iada · feliz composiÁ„o do assunto.
E. Salvatore, apresenta um excelente conjunto, dem:mtrando ter aproveitado muito bem srn ˙ltimo pas:elo ao Rio. A exuberant,:- natureza carioca foi muito bem retratada cm sugestivos quadros, d<antre os quais destacamos "Junto ao cais" (n. 0 5), "Recanto Tropical" -∑ Paquet„ (n.o 7) e "Retorno" (n. 0 10).
A. Nuti, com um conjunto heterogÈneo, tem em "Irm„s Brancas" (n. 0 5l um excelente interior ;contra_ Juz v.-0Iento, n„o p : rdeu, ,entretanto, a transparÍncia das sombr2s nem empastou os brancos. Estivessem as figuras ,em movimento, seria esta uma de suas mais felizes composiÁıes. Os demais trabalhos , conquanto bons, -esp::cialmcnt:.:! "Entardecer" ln.o 3), n„o tÍm, p~rÈm, a forÁa do primeiro.
J‚ Thomas Farkas , o nosso mais jovem ∫senior" n„o logrou classificar nenhum dos trabalhos que apres-ntou. Efd t ivamente, Farkas, procurando sempre o "mcderni !:mo" , escola na qual tem se salientado, vem ultimament? abusando e ao envez de obr ,as de cunho artistico, tem apres-entado apenas extravagancias, como a.que∑,:- "EsgÙto'' ou "Agua" {n.0 191, trabalhos que nada exprimem. Apreciamos muito mais o Farkas que nc:; havia. dado "Obras Humanas", ..Estudo de cornporiÁ„o" ., outros tantos trabalhos de grande valor.
Dentre os "Juniors", tambem Dagoberto R. A'meida n„o nos ap: :sento u, desta vez, trabalhos dignos de menÁ‚o.

G. Gaspa r ian, ao contrario, continua em sua marcha · frente dos companh~iros de categoria, procu1ando aperfeiÁoa1∑-se em generos mais dific eis e que exigem mais estudo, como as composiÁıes de na.turezas mortas. "La Traviata" (11.0 30), delicada e expressiva, 1nerce de staque entre os Álemais trabalhos qu~ apre. sentcu,
"Pr-paiativos" (n.∑ 32), de Plinio s. Mendes , flagrante pouco comum, com espontaneidade e rnovllnento, È um bom trabalho que merecia melhor classificaÁ„o da que lhe foi dada pe la comiss„o julgadora.
Os que conheciam Roberto Yoshida como um dos nossos mai.:; originais e melhores cultores do ∑'Table1 10", for um desta vez surpreendidos com um Yoshida paisa ,gista, igua mente bom, que t<am Em "LagÙa da Tarde", um quadro singelo mas, ao rn.:smo tempo bastante expressivo. "ForÁa da natureza" , n„o fos~e a viragem azul m.aJ ~xe-cutada, seria outro trabalho digno de menÁ„o.
Na classe dos "Novissimos''. novos ,elementos continuam a surgii, prometendo :;e tornarem alguns d~ no ::.sos futuros valores, se continuarem a S? dedicar · fotografia com assiduidade e estudo.
Alberto Band~ira, Ludovico Mungioli, Wilson Bonalume , Carlos Lator1 e e E. Amado, que f1zeram sua estrÈia nos c.::ncursos int ernos, lograram, dentro d:l. classe , boas classificaÁıes, especialm,ente o primeiro que, merecidamente , obteve duas 11menÁıes honrosas" com "Guarita" tn. 0 42) e "Cai a noite " (n. 0 43).
Anton o S. Victor, com -exceÁ„o de "Dia de deScanÌ;o" Ìn.o 45). n„o rnantev:- neste concurso o padr„o anterior.
Fernando Pa ∑mÈrio manteve--se na lideranÁa dos concorr?ntes de sua classe, e em "Bruma Matinal" (n.o 58) nos apresenta um excelente trabalho que , n„o sabemos porque, n„o merec?u da severa comiss„o julga_ do 1a tambem uma "menÁ„o".
L. Vacari apresenta um unico trabalho, "Dois Caminhos" (n. 0 62) um dos melhor:s, dent 1e o;; apresen-
tadc:.s pelos "novissimos".
COMPOR

PROPOH, :SO\'OS SO<'IOS (~ DE\' r1m DE TODO n o:u sono

-6-

O BANDE,JRANTE NO

INSTANTAN'EOS

EXTERIOR

O nosso confra.de e SÛcio Honor˙rio, Ji'OTO CLUB URUGUAYO, acalca de eleger sua non

Continuam :1 chegar ao Clube noticias dos (\xitos aleanÁ:idos pelos nossos consÛcios nos Salıes Intornaci011ais em que se tÍm feito roprc~onta r.

"Cornission Dircctiva", que est· assim constituiua: - Presidente, Dr. Alfredo Pernin; Vice PrcE.iclento, C. Clarence llorton; Secret·rio, :l'\icol:is Ynrovoff; Tesomciro, A. Dutra Miranda e Vogais, Arq. ∞ Carlos A. Sunaco, Prof. Augusto

No mÍs ele outulJrn ˙ltimo, tivÈmos conhecimento, ∑polos cat{1logos recebidos, ele ∑ que foram

'Ì.'tuennc e Dl'. H. Volasco Lombardini. Aos norns dirigentes, nossos votos de prospera

admitidos tra!J .alhos bancleir:u1tcs nos seguint es salıes:
l:'3.0 SAL√O DE DETROIT «E. U.): "Kiosque", elo Jo~Û Oiticica ]!'.∫; "Sereniclaclo", iic Gaspar Gas!J:ui:m; "FlÙr ele llfarncuj(1" e '∑ Xurnns que pasrnm", ele PlÌnio S. Mendes; "Xenufarcs,,, ele Fernando Palmerio; "O Homem ,, a Xatureza" o "Fartura", ele Eduardo SalvaiOl'e; "111uel" e "Fantasy", ele 'l'homas J. J<'arkas o "Primeiras lnzos" e "Esper::mdo", de JosÈ V.
r~. Yalenti.

a‡miuistraÁ„o.
--0--
1, o paÌs visinho e amigo, a Argentina,

qua 0 i

n„o lia, uma cidade que n„o possua o seu Foto-

Clube.
Ainda agorn, chega-nos a noticia a.e que, cm

Conloba, foi fundado o CINE-FOTO CL UB local,

que conta com destacado grupo ele cultores das

duas artes gÍmoas. --o--
o vete,rano FOTO CL UB Bf¸'\.SILEIRO, elo

11io de J∑anoiro, far· realizar, no corrente mÍs elo

SAL√O DE' JKDT√NAPOLIS . (E. U.): "PraÁa eh RÈ", de Galiano Caliern; "FÈrias", ile Franc¸,co B. M. Ferreira; "Coa]" e Prernedit:iÁiÌo", de Thonrns J. Farkas; "Uospitalidaclc", de Fernando Pa lrne-l'io; "Manh„ de inYerno" dP Edu::ll'do Salvatore; "CÍna pn1lista", de Angclo

novembro, o s-eu j· traclicio1rnl SAL√O BRA-
SILEIRO. Atendendo :1-0 atencioso convite do costume elos
ronfracles cariocas, por intermÈdio do Cluhc foi enviada uma coleÁ„o ele trabalhos de nossos ron-
sÛcios.

li'. Nuti; "Gig:rntes p:uian; "Paralelas Yaknti e "::'iÌunms

e pigmeus", de Gaspar Gase diagonais", de JosÈ V. E. caprichosas", ele Pedro JosuÈ.
.. ,..,..,.....,~~i:;1,;;~

 XITO EM ROS¡RIO
Destncaelo triunfo acabam de obter os asso-
ciados elo "Bandeirante" que concorreram ao re-

cente Comurso Internacional ele Fotografias Es-

portin1s, pTornoYielo pelo Club AtlÈtic ,o Provincial,

ifo Ros(1rio, Argentina .

Lograram os nmaclores dÍste Clube obter qunsi

todos os prin<-ipnis prÍrnios ela ca.tegoria gernl, a

rnher: - "Grande PrÍmio dc Honra", Thoma1

J. Farkas; ~-∫ prÍmio, JosÈ V. ,E'. Yalcnti; 3.∫

pri',mio e∑ prÍmio ao melhor conjunto, E'dnarelo

SalvatOl'O. Ohtiveram tambÈm menÁıes l1onrnsas



os conjuntos elos srs. Fernando Palme-rio, e "rhomas J. Farkas.

Da comunicaÁ„o que recehcmos elo nosso dis-

tinto amigo, sr. Fernando Lacassin, destacamo~ o

seguinte par:1grafo: - ",Ao fazer-lhes chegar t„o

grata noticia, apraz-me cxternm∑-lhes e aos de-

mais colegas que participnram do certame, mi-

nhas mais calororns felicitn~ıes e a grande sa-

tisfaÁ„o qne experimentei ao ver que os mens

bons amigos de S„o Ppulo cstiYerain t„o bom ro-

precenbdos no Concurso".

Por sua Yez, o G1ub AtlÈtico Provincial, no

participar, oficialmente, a brilhante classificaÁ„;:>

a kan~acla por aquÍles consÛcios, disse: - "Con-

ta! motivo, queremos expressar a Vd., ante todo,

la l10nda emociÛn con que nos hemos senti.elo cles-

tinatarios de un conjunto tan magnÌfico dr ohras;

Ye en consccnenr∑ia, nuestro regocijo por las Ya-

1∑ias e importantes recompensas obtonidns JJOr los

NA ULT IMA EX CURS√O - Nem mesmo a. ch uva esfria o sefiores meios d!' csa gran Tnstit.uciÛn, qne <lc 110?

en tusiasmo do "presidente". Ser· que sa iu alg uma cousa? 011 m:is <'1110r0mosllnrn:ll' amiga".

-7-
*
TIBOR - O honiem elos sete instrumen tos que de tudo "j· fez", desta vez atrapalhou-se.. . "Diabo, este "bicho" eu ainda n„o conhecia..."

OBTURADORESFOTOGR¡FI- FOTO CLUBE DE S. JOS… DOS

COS 'DE A«√O R¡PIDA

CAMPOS

Foram dadas a conhecer na Gr„-Bretanl,a as rarac:tcrÌsticas de um novo obturador .ele c‚maras fotograficas, que se distingue pe.la sua notavel rapidez ele a~„o. O tempo de abertma o fechamento das laminas dura menos ele dois rnilcsimos de segundo; Ísses obtmaclores de pi∑ccis„o tÍm uma abertma de iris que varia ele 18 a 36 milÌmetros ele diamctro. Foram fabricados tambÈm modelos maiores ou com exposiÁ„o instantanea sinÈronizacla . Em todos os mode.1os, o dispositivo de obturaÁ„o podo se∑ anexado a um mecanismo de pelÌcula cm espiral com u 'a mola lil ' ertadorn.
-//-
NOVO TIPO UE M¡QUINA FOTOGR√.F' ICA
Dentro de alguns meses aparece1∑· no menado um novo tipo elo m·.quina fotogr˙fica. E'sta È, li[}, realidade, const.ituida apenas 1Jor uma lente, com o necess.˙l'io obturador e um mecanismo ele focalizaÁ„o adaptado a um norn tipo ele filme "pack". Ao invÈs de s\' colocar o filme numa C'‚mara, fixa-se :;i lente cm urna caixa ele mate1ial pl·stic∑o cm forma de disco, de seis polegadas de di‚metro, que contÈm dezeseis chapas. Depois do usado, o "pack" È enviado paTa rnvelaÁ„o e as lentes s„o adaptadas a nova caixa de chapas .

F'oi fundado o primeiro Foto-Clube de uma cidade do interior de S„o Paulo: a 5 d∑e -outubro passado, na cidade de S„o JooÈ d,os Oampos, eheillJentos de proÌeÁ„o na. sociedade local deram os primeiros rpassos para a instituic„o de ruma. 1agr ∑emiaÁ„o que reuna todos os qu-~ se i~teress ,am p,sla arte fotogr·fica, fundand .o o FOTO CLUBE DE SAO JOSE DOS CAMPOS. Fazem parte ∑da comi ,ss„o organiza‚o 1ra os srs dr. P. P. Mascarenhas Prefeito ,sanit·rio ;dr. Jo„o Amoroso Neto. Delega„o' ∑de Poli-eia; dr. J. e. Florence, Presidente do Aero Cl∑ub;:; Maria Weiss, nosso ,p,r:ezado <SÛ:ei,ocorres ... ,pond∑ent~ naqwe!.a localidade; p1"of, Moacir de Souza e David Moura.
Para comeÁar - e que . ,comeÁo! - o novel colega re9.J1zar· Íste mÍ-s, o s-eu 1.o Sal„o local ,para o qual teve a 'gen:tileza de convidar - nos, a participar de um estande pr'”prio, visto que as inscriÁıes s„o limi'tadas aos amadores loc ∑ais.
Ainda mais: sÛcios do nosso grÍmio dever„o julgar quais as melhoe.s fotogafiaJi. expostas, ,para o fim de ser.,m conferidos prÍmios o'M>rtados pela Prefeitura Sanit·ria da cidade.
E' esta umru notÌcia que nos ench~ d ,, alegria, pois semprtc fomos partid·rios da criaÁ„o de . foto -'clubes r<lgionais , que, <0m colaboraÁ„o com o FOTO-CINE CLUBE BANDEIRANTE, trabalhem para o desenvolvimento da arte fotogr·fica no Els;t;ado.
Aos novei ,s colegas, ,os. nossos melhores votos de p1"osperidade.
-//-
SÛ CIOS
Durante o mÍs de outubro p,P, ,, ingressaram no quadro social dÍste Clube mais os ∑ seguintes destacados amadores: - Matricu∑ las ns. 256, Aclhemar Freire da Costa ;257, [) 1r. Ludovico Evaristo, Mungioli; 258, Nicolau Fo,;it ∑zky ;259, Dr. ,Murilo de An dra de Abreu e 260, Heitor Gale„o Coutinho.

-


RUAS. BENTO, 357 ∑ l.∫ Andar - S. PAULO - BRASIL


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